LEISHMANIOSE TEGUMENTAR AMERICANA

Páginas: 5 (1021 palavras) Publicado: 9 de março de 2015
LEISHMANIOSE TEGUMENTAR AMERICANA

A leishmaniose tegumentar americana é uma doença causada por parasitos do gênero Leishmania Ross, 1903.Ocorre primeiramente em alguns animais e logo em seguida em humanos. É provocada pelas seguintes espécies:Leishmania braziliensis, Lamazonensis ,L.guyanensis e L. mexicana.
A transmissão ocorrre pela picada de insetos hematófagos pertencentes ao gêneroLutzomyia conhecidos no Brasil por birigui, mosquito-palha e tatuquira, entre outros. Ao exercer o hematofagismo, a fêmea do flebotomineo corta com suas mandíbulas o tecido subcutâneo logo abaixo da epiderme, formando sob esta um afluxo de sangue, onde são inoculadas as formas promastigotas metacídicas provenientes das regiões anteriores do trago digestivo: proboscida,cibário,faringe e esôfago.
ALeishmaniose Cutânea e caracterizada pela presença de ulceras cutâneas, únicas e múltiplas, em geral com ulceras típicas e com formas verrucosas ou framboesoides. As leishmanias envolvidas nas leishmanioses cutâneas pertencem as espécies do complexo mexicana e do complexo brazilienzis.
- leishmania(Viannia) brazilienzis: Essa espécie provoca lesões únicas de grandes dimensões com aspecto de cratera delua. O desenvolvimento costuma ser crônico, cm grande capacidade destrutiva dos tecidos atingidos. Há possibilidade de comprometer mucosas ou até de haver cura espontânea de acordo com variáveis geográficas e do hospedeiro humano.
- leismania(Viannia) Guuyanensis: a leishmaniose causada por essa espécie conhecida como pian bois, na qual se encontra uma única ulcera, usualmente com aspecto decratera de lua ou framboesoide, sem acometimento de mucosas. As lesões são menores do que as causadas por L.(V) brasilienzis e tendem a se curar espontaneamente.
- a Lutzomya umbratilis é a principal espécie transmissora dessa doença em toda a região; a L.anduzei já foi encontrada parasitada no Pará e Amazonas, mas parece ser um transmissor secundário.
- Leismania amazonenzis: essa espécie de sedesenvolve bem em humanos, mas é pouco frequente porque a espécie vetora tem hábitos noturnos e não antropofilica. A lesão costuma ser única, ulcerada e muito rica em amastigotas em sua borda.
A leishmaniose cutaneomucosa é denominada por espúndia ou nariz de tapir(anta)e se caracteriza por lesões primarias em forma de ulceras e lesões secundarias, tardias, destrutivas de mucosas e cartilagens faciais.De curso muito lento, crônico e existe um intervalo de meses ou anos entre a lesão primaria e a secundaria. O desenvolvimento das lesões secundárias pode ocorrer durante a evolução e permanência da ulcera primaria ou após a regressão e cicatrização da mesma.
A leishmaniose cutânea era uma doença completamente enigmática, confundia com lepra ou pênfigo. A doença começa com a picada do flebótomo eo desenvolvimento de uma lesão única no local. As lesões são repletas de macrófagos, abarrotados de amastigotas.
A obtenção da amostra do tecido requer cuidados especiais. A primeira medida é a assepsia da área ou lesão escolhida 9ulcera recentes são mais ricas em parasitos), com álcool 70% ou Povidine, em seguida, procede-se a anestesia local com Lidocaína 2%. A biópsia deve ser feita combisturi, na borda saliente da ulcera, retirando-se um fragmento de 2 a 3 mm de diâmetro e comprimento; caso sejam feitos cortes histológicos, inoculação m animais ou em meios de cultura cm o material obtido além da lamina, o fragmento deve ser maior. Após a assepsia pode ser feia uma pequena escarificação na borda da ulcera e a lamina de vidro pode ser aplicada algumas vezes na lesão, fazendo-se oesfregaço sem a biópsia. Como material obtido podem ser realizados:
Esfregaço com laminas,fixados pelo álcool metílico e corados por derivados do Romanowsky; Giemsa ou Leisman.
Cortes histopatológicos examinados por patologista experiente revelam amastigotas e infiltrados inflamatórios.
Culura de parte da biopsia funciona bem em meios de cultura especiais, tais como o LIT, NNN+LIT, suplementados por...
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