Lei de difisão de graham

Páginas: 14 (3315 palavras) Publicado: 4 de dezembro de 2012
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O PROCESSO DE LIDERANÇA DENTRO DE UMA ORGANIZAÇÃO
















SILVIO LEMOS DOS SANTOS









Otacílio Costa
2011

SILVIO LEMOS DOS SANTOS



















O PROCESSO DE LIDERANÇA DENTRO DEUMA ORGANIZAÇÃO






Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado ao Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Gestão de Pessoas, com Ênfase em Engenharia de Produção, da Faculdade Estadual de Educação, Ciências e Letras de Paranavaí – FAFIPA - como requisito para a obtenção do título de Especialista orientado pela professora Gladis Nara Valim.Otacílio Costa
2011



O PROCESSO DE LIDERANÇA DENTRO DE UMA ORGANIZAÇÃO


Silvio Lemos dos Santos[1]

RESUMO: Veremos neste artigo porque coordenar equipes e apontar tarefas é tão difícil, além disso, analisaremos algumas questões que deveremos levar em consideração na hora de delegar, será relevado o quanto é importante entender de pessoas, aspectos a ter em conta para conseguiruma delegação de funções e responsabilidades. O que se espera desse processo, o comportamento dos gestores, lideres e liderados, e ainda todo este processo, tendo um olhar humano.



Palavras- chave: Delegar; Criatividade; Habilidades.


1. INTRODUÇÃO

O tema escolhido é delegar tarefas. Fazer-se entender dos propósitos da empresa para com seus colaboradores é muito difícil, esta éa hora que entra o jogo de cintura de um líder. Habilidade para entender as pessoas, e fazer ser entendido, saber ouvir e saber expor suas idéias de maneira clara e com máxima objetividade.
A explicitação dos conceitos presentes na pesquisa, bem como dos elementos conceituais de liderança presentes, permite abrir uma discussão sobre liderança com maior profundidade, trazendo a tonaaspectos sobre a teoria da liderança dentro de uma organização e as dificuldades de se delegar tarefas, passíveis de serem identificados em outros modelos. O modelo de organizações mudou um pouco nos últimos anos, os indivíduos eram anteriormente vistos como peças de perfeição, exatidão e eficiência total, tinham líderes autoritários. Assegurava que os erros jamais acontecessem. Este modelo tornou-secaro para as organizações além de inibir a criatividade de seus colaborados. Segundo Arnold (1996, p. 45): “se quisermos que as pessoas na organização comecem a assumir alguns riscos, precisamos substituir o não pelo sim e as limitações por estímulos”.
Os trabalhadores eram informados do que fazer e como fazer, e não eram dadas oportunidades para que eles pudessem opinar levantar soluções,mudanças ou até mesmo algumas idéias que pudesse aperfeiçoar a produção. Acreditava-se na coincidência de interesses entre o trabalhador e a organização. Num segundo momento, as constantes e rápidas mudanças sociais e econômicas provocam, nas pessoas, a busca de respostas e soluções nas suas habituais fontes de liderança, sem, contudo, obtê-las satisfatoriamente, posto que o líder não seja o todo...
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