Las fuentes indigenas más allá de la lá dicotomia entre historia y mito

Páginas: 9 (2074 palavras) Publicado: 23 de janeiro de 2015

RESENHA
LAS FUENTES INDÍGENAS MÁS ALLÁ DE LA DICOTOMIA ENTRE HISTORIA Y MITO

FEDERICO NAVARRETE

















Rafael Gomes

Navarrete, Federico. Las Fuentes Indigenas más allá de la dicotomia entre historia y mito. Estúdios de cultura Náhuatl, México, v.30, 1999.


Federico Navarrete Linares é doutor em estudos da Mesoamérica (Faculdade deFilosofia e letras, UNAM) e pesquisador permanente em tempo integral. Têm como objetos de pesquisa os povos ameríndios e africanos antes da colonização europeia, os regimes de historicidade dos povos nativos americanos como também a historia e memória dos povos indígenas das Américas. Autor de vários livros e artigos como: Los orígenes de los pueblos del Valle de México. Los altépetl y sushistorias, México, Universidad Nacional Autónoma de México, Instituto de Investigaciones Históricas, 2011 e La vida cotidiana en tiempos de los mayas, México, Planeta, Temas de Hoy, 1996. (Colección Historia de México) entre outros. Suas obras evidenciam os objetivos de sua pesquisa que busca investigar as origens, costumes e as tradições dos povos indígenas da América.
Em, Las fuentes indígenas másallá de la dicotomia entre história e mito, o autor nos apresenta questões importantes para a compreensão e entendimento da história dos povos nativos americanos, em especial os astecas. Como abordar as fontes indígenas na construção historiográfica? Quais os métodos e ferramentas utilizados para abordar tais fontes? Seria possível uma construção historiográfica genuinamente indígena?
Para analisare discutir tais questões, o autor se depara como um problema que tem ocupado muitos estudiosos da história pré-hispânica: A similitude entre Aztlan, o lugar de origem dos astecas, e México, o lugar de assentamento definitivo. A mais de um século têm surgido duas grandes escolas que propõem interpretações diferentes para este fato: A interpretação histórica e a interpretação mítica.
Segundo osdefensores da explicação histórica, Aztlan existiu realmente e os astecas partiram de sua pátria original em busca de outro lugar. México é, portanto, um reflexo de Aztlan, a materialização final do lugar de origem. Estas duas cidades estão separadas por um espaço real e por um tempo histórico, que registram as histórias da migração.
Em contraste, a explicação mítica sustenta que o México é olugar original e que Aztlan é uma projeção desta cidade no passado. A distancia temporal que separa ambas as cidades, portanto, não é o tempo real da história, mas um tempo mítico, carregado de simbolismo, que é projetado do futuro para o passado. Esta explicação inverte a relação de necessidade entre ambas cidades, pois sustenta a posição de que Aztlan é que se parece com México, para assimlegitimar a possessão asteca desta ultima cidade.
Estas duas concepções da relação entre Aztlan e México não apenas propõe conclusões contraditórias, mas também apresenta duas maneiras opostas de conceber e ler as fontes indígenas (astecas).
Os defensores da interpretação histórica utilizam as narrações da migração asteca como qualquer outra fonte histórica que contem verdades sujeitas a comprovaçãoe refutação. Assim aplicam as ferramentas críticas e os critérios de verdade da historiografia ocidental moderna para encontrar a história verdadeira que foi coletada nas fontes e eliminar as deformações e imprecisões que possam ocorrer.
Os defensores da interpretação mítica, diferentemente, leem as fontes como texto mítico e não histórico: seu propósito não e averiguar o que realmente aconteceunas migrações, mas decifrar o significado simbólico dos eventos, personagens e lugares mencionados nelas, busca uma chave para a compreensão da linguagem simbólica do mito. Esta forma desqualifica a historia narrada pelos astecas e propõe uma história alternativa: A invenção do passado migratório desde o Valle o México.
Depois de estabelecida estas duas formas de interpretação, Navarrete...
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