Juiz de fato, juiz de valor

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A – Juiz de fato diz que algo é ou existe, diz que as coisas são como são porque são pela constatação. Ex. faz sol, você vai e vê que está sol, ou. O vento esta forte hoje, você verifica e faz a constatação do fato.
O juiz de valor avalia as coisas, pessoas, ações experiências acontecimentos, sentimentos, estados de espírito, intenções e decisões como bons ou maus, desejáveis ou indesejáveis. Faz avaliação e confere um determinado valor. O juiz de valor não se contente em dizer que algo é ou como algo é, mas como algo deve ser. Ex. quando dizemos para alguém “ isso esta errado” estamos avaliando o fato, seria um juízo de valor.

B – Consciência moral avalia segundo os valores, faz uma reflexão e toma uma atitude, o individuo tem que fazer uma reflexão por si mesmo e não por opinião de outros, justifica o porque fez para si e para outros e tem que assumir a responsabilidade por seus atos. Quando analisamos um caso por exemplo: “adolescente rouba uma fruta na feira” você avalia em primeira estância que é errado, mas observa-se também que se trata de um menino pobre, todo sujo e roupas rasgadas, que esta com fome, talvez more na rua e seja sozinho no mundo e pegou a fruta para amenizar sua fome. Seus sentimentos interferem na decisão você fica com duvidas sobre como agir, denunciar talvez só traga mais revolta aquele menino e acabe piorando a situação e o transforme em um futuro bandido. Você faz uma avaliação segundo seus valores e toma uma decisão.
C – Ao dizer “os fins justificam os meios” entende-se que para alcançar um objetivo qualquer coisa a ser feita é aceita, mesmo usando requintes de maldade, sendo desleal, mentira, traição, etc. No caso da ética nem todos os meios são justificáveis, pois esses meios desrespeitam a consciência e a liberdade da pessoa moral. Pois alguns meios como os citados acima desrespeitam os valores éticos. A relação entre meios e fins pressupõe a ideia de discernimento, saber distinguir entre meios morais e imorais, tais como

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