john locke

429 palavras 2 páginas
O século XVII foi uma época de grandes acontecimentos nos campos científicos, políticos e filosóficos na Inglaterra. Locke (1932-1704) viveu a maior parte de sua vida nesse contexto. Filho de uma família tipicamente burguesa, aos 20 anos foi para as universidades de Londres e Oxford, na Inglaterra.
O pai de John Locke, também John Locke, era um advogado calvinista com ideias liberais e de educação religiosa puritana. Participou da guerra civil inglesa entre a realeza e o parlamento ingleses em 1642. De um lado, a burguesia parlamentarista, conhecidos como whigs, defendia a autonomia do parlamento; do outro lado, os royalistas que representantes da aristocracia monarquista, conhecido como tories , defendiam a autonomia do rei.
Locke tornou-se secretário particular do Lord Shaftesbury. Em 1673, Shaftesbury perdeu o cargo. Esse contato levou Locke ao universo da filosofia política, fato que contribuiu para Locke tornar-se um ativista político defensor do liberalismo e contra o absolutismo, praticado pela dinastia católica dos Stuart.
É considerado um dos mais importantes precursores do Iluminismo europeu e fundador do empirismo inglês. Seu pensamento é considerado um clássico da tradição filosófica. Sua educação realista objetiva investigar os fenômenos naturais e a proposição de ideias que, futuramente, influenciaria o pensamento de outros teóricos.
O período em que Locke viveu e escreveu foi profundamente marcado por lutas internas e disputas de poder entre atores sociais de peso que desembocaram numa sangrenta guerra civil, a qual levaria à decapitação do rei Carlos I, em 1649, e só teria fim com a Revolução Gloriosa, em 1688, e a ascensão da casa de Orange ao trono inglês. Assim, especificamente neste segundo tratado sobre o governo civil, John Locke orienta sua argumentação com, pelo menos, dois objetivos práticos de relevo em mente: 1) mostrar o bom fundamento da condição do novo rei, Guilherme de Orange. Isto é, mostrar que o rei governa com o

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