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A INTERAÇÃO GÊNICA
A maior parte das características dos seres vivos resulta da ação de diversos genes, que interagem na determinação desta ou daquela característica. Quando dois ou mais genes, localizados ou não no mesmo cromossomo, agem conjuntamente na determinação de uma característica, fala-se em interação gênica. A interação gênica é o fenômeno em que vários genes interagem entre si para influenciar uma única característica. Ela envolve graus variáveis de complexidade. Os casos mais simples, porém, resultam da interação entre dois genes que segregam independentemente. Em um estudo clássico realizado por Bateson e Punnett, ficou demonstrado que o caráter "tipo de crista" em galinhas, por exemplo, é determinado por dois genes independentes (que equivale a dois pares de alelos). O contrário da interação gênica é a pleiotropia, em que um par de alelos (ou seja, um único gene) determina ao mesmo tempo mais de um caráter do organismo.

Epistasia (do Grego epi, sobre, stasis, parada, inibição) é simplesmente a interação entre genes. A epistasia ocorre quando a ação de um gene é modificado por um ou diversos genes que se associam independentemente.
Epistasia e interação gênica se referem ao mesmo fenômeno; entretanto, epistasia é amplamente utilizado na genética de populações e se refere especialmente a propriedades estatísticas do fenômeno.
Existem casos de alelos de um gene que impedem que outros alelos de outro par de gene se manifestem, podendo ou não estar no mesmo cromossomo.
O alelo que age inibindo é chamado epistático e o que sofre a ação inibitória é chamado hipostático.
No caso de o alelo epistático aparecer sem par, ou seja, apenas um alelo é necessário para manifestar a ação de inibição, dizemos que é epistasia dominante. Já no caso de apenas manifestar-se a

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