Inspiração e Canonicidade Bíblica –Laird Harris - Capítulo 4, 7, 8 e 9 - Crítica Textual e Inspiração

Páginas: 12 (2988 palavras) Publicado: 19 de junho de 2014
Capítulo 4
Crítica Textual e Inspiração
• Dentre os manuscritos principais do Antigo Testamento possuem a datação de 900 d.C. E há pouquíssima variação entres eles.
• Quando observamos o trabalho dos copistas percebemos que eles possuíam uma técnica para que fossem os mais fiéis possíveis em suas cópias. Marcavam o versículo do meio, indicavam a letra do meio do texto e também mencionam onúmero total de versículos. Assim estas cópias ganham maior credibilidade.
• A vulgata Latina, uma tradução de Jerônimo evidencia a exatidão estas cópias, visto que é datada em 400 d. C., e demonstra uma cópia idêntica destas cópias.
• Foram descobertos que alguns fragmentos das traduções gregas que indicam que o texto hebraico daquela época estava padronizado. A partir da descoberta dos Rolos doMar Morto isto foi mudado. Havia manuscritos com datação do 2º sec. A.C. de quase toda a Bíblia.
• O principal destes rolos é o “Rolo de Isaías”. Comparando este rolo com o texto massorético, as diferenças encontradas são mínimas.
• Assim quando se compara o texto massorético com os Rolos do Mar Morto e com a Septuaginta percebem-se pouquíssimas diferenças que são irrelevantes para o conteúdo epara a mensagem Bíblica.
• Os Rolos do Mar Morto possuem um valor grandioso para a avaliação dos escribas pré-massoréticos. O texto nunca foi adulterado pelos copistas. Quando compararam perceberam que algumas linhas foram omitidas por descuido e muitos textos forma recuperados.
• Há ainda três ou dois amuletos que foram datados de 600 a. C. que continham trechos das Escrituras. Apesar de serempequenos indicavam que houve fidelidade na transmissão dos textos ao longo dos anos.
• Dentre estes fatos o testemunho de Jesus e dos apóstolos ao citarem o Antigo Testamento precisam ser considerados como confirmação de sua autoridade e inspiração.
• Além disso, a arqueologia tem encontrado sítios contendo matérias que fazem referências a lugares e personagens bíblicos do Antigo Testamento.
•Temos provas mais que suficientes que o Antigo Testamento que temos em mãos são cópias fiéis dos autógrafos. Além das provas citadas acima, ainda cremos que Deus preservou sua Palavra de qualquer corrupção ou erros que pudessem comprometer a verdade dela.
Comentário
Os argumentos apresentados pelo autor são firmes e com base histórica. A forma como o autor demonstra as comparações entres ascópias e o material disponível para o estudo apenas ressalta que possui muito conhecimento e fala com propriedade. O autor ao buscar em fontes como os Rolos do Mar Morto, o Texto Massorético, a Septuaginta e a Vulgata para comparar com o cânon que está disponível em nossos dias são fortes evidências para assegurar a confiabilidade dele, afinal, as pequenas diferenças que há entre eles sãoinsignificantes. O autor também para reforçar seus argumentos busca na arqueologia ainda mais provas que corroboram para sua defesa. Seu temor a Deus e a sua Palavra são claramente perceptíveis em seu texto. E termina seus argumentos com o testemunho de Cristo, a própria Palavra encarnada, para afirmar que o Antigo Testamento como temos hoje é confiável e verdadeiro.


Capítulo 7
História da Aceitação doCânon do Antigo Testamento
• Um dos argumentos do autor é que todos cristãos sempre entenderam que a Bíblia que temos hoje, com seus 66 livvros, são a Palavra de Deus. E nunca aceitaram como a Palavra de Deus os 7 livros apócrifos que a Igreja Católica Apostólica Romana inseriram aos Cânon até então adotado por toda a igreja cristã.
• Sobre esse assunto de canonicidade questionamentos e dúvidassurgiram a partir da teologia Neo-Ortodoxa ou Existencial. Já no velho Modernismo, a Bíblia foi reduzida a proposições humanas e colocada no nível e valor de documentos antigos de outros povos. Para ele não havia diferenças.
• A Teologia Existencial começa a defender que a Bíblia é apenas um “testemunho” da palavra de Deus.
• Brevard S. Childs fez uma crítica ao cânon. Ele respondeu contra...
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