Indicadores de qualidade em saúde materno-infantil

Páginas: 39 (9722 palavras) Publicado: 7 de abril de 2013
ANGELITA MARIA MOREIRA BORBA RA T593GF-1JULIANA SPERA RA A6335H-7 |

AVALIAÇÃO PRÁTICA SUPERVISIONADA
INDICADORES DE QUALIDADE EM SAÚDE
MATERNO-INFANTIL

ASSIS
2012

ANGELITA MARIA MOREIRA BORBA RAT593GF-1JULIANA SPERARA A6335H-7 |

AVALIAÇÃO PRÁTICA SUPERVISIONADA
INDICADORES DE QUALIDADE EM SAÚDE
MATERNO-INFANTIL

ASSIS
2012
RESUMO
(500 caracteres)
Palavras chave:

SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO

Reis, Z. S. N. et al (2011), progressos consideráveis nas condições de saúde materno-infantil compõem uma nova realidade sanitária brasileira, especialmenteconsiderando-se os resultados positivos das últimas décadas. No entanto, persistem imensos desafios para se proporcionar condições seguras ao nascimento no país, pois ainda é verificado um déficit de qualidade na assistência ao parto, elevadas taxas de cesariana que incomodam as indesejáveis ocorrências evitáveis da morte materna e neonatal.
Reis, Z. S. N. et al (2011), a análise epidemiológicade indicadores de saúde, favorece o reconhecimento e o monitoramento do desempenho do sistema de saúde e das condições sanitárias da população, assim como sua adequada interpretação pode contribuir aos seus dirigentes, aos serviços de saúde e aos seus profissionais, no sentido de envolvê-los e motivá-los para uma melhora contínua do acesso ao cuidado e da qualidade da saúde oferecida a nível locale nacional. Constitui-se também uma preocupação atual na análise das condições de saúde reprodutiva, os valores crescentes das taxas de cesariana (TXC) sem benefícios evidentes para o resultado materno-fetal.
SERRUYA, S. JACOB; CECATTI, J. G; LAGO, T. G (2004), melhorar a saúde materna e impedir mortes evitáveis é, ainda, um dos objetivos de maior interesse nacional e internacional no campo dasaúde e dos direitos reprodutivos, no qual se discutem quais as medidas necessárias e eficazes para alcançar tal propósito. Entretanto, é necessário conjugar a segurança de obter bons resultados com o bem-estar para a mulher e o recém-nascido, respeitando-se direitos constituídos.
SERRUYA, S. JACOB; CECATTI, J. G; LAGO, T. G (2004), a assistência à gestante, uma das atividades realizadas há maistempo nos serviços públicos de saúde no país, foi, por muitos anos, orientada principalmente para melhorar os indicadores da saúde infantil. Um novo paradigma na atenção à saúde da mulher foi concebido pelo movimento de mulheres em associação com profissionais de saúde e traduzido nas bases programáticas do Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher (PAISM), instituído pelo Ministério daSaúde (MS) em 1983. A partir da 8a Conferência Nacional de Saúde, em 1986, e da promulgação da Constituição, em 1988, o direito à saúde estaria garantido por lei e um sistema único de saúde deveria ser implantado de forma descentralizada e com instâncias de controle social.
SERRUYA, S. JACOB; CECATTI, J. G; LAGO, T. G (2004), as bases filosóficas do PAISM introduziam outros conceitos na atenção àsaúde feminina, como a integralidade e a autonomia corporal, que deveriam ser estimuladas e discutidas nas ações educativas articuladas ao programa. A partir de critérios epidemiológicos que incorporavam a especificidade da condição feminina como determinante do processo saúde-doença, os profissionais de saúde deveriam ser capacitados para incorporarem essa visão e estabelecerem novas práticas(PAISM-1984). Do ponto de vista conceitual, a operacionalização da ideia de integralidade foi o maior desafio, uma vez que exigia dos gestores e profissionais uma postura que extrapolava a capacitação técnica para responder isoladamente a cada um dos problemas femininos de saúde. Essa nova atitude requeria que os profissionais se relacionassem com as mulheres enquanto sujeitos e detentoras de...
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