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Páginas: 25 (6107 palavras) Publicado: 9 de abril de 2014

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS
Graduação em Ciências Econômicas









Pedro Henrique de Rezende Pertence





A INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA E SEUS IMPACTOS ECONÔMICOS NA ECONOMIA BRASILEIRA










Belo Horizonte
2013
Pedro Henrique de Rezende Pertence















A INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA E SEUS IMPACTOS SÓCIO-ECONÔMICOSNA ECONOMIA BRASILEIRA




Monografia apresentada ao Curso de Ciências Econômicas da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, como requisito parcial para obtenção do título de Bacharel em Ciências Econômicas.







Belo Horizonte
2013

SUMÁRIO


SUMÁRIO 2
INTRODUÇÃO 3
Justificativa 6
1.2 Problema 8
1.3 Objetivos 8
1.3.1 Geral 8
1.3.2 Específicos: 8REFERENCIAL TEÓRICO 8
METODOLOGIA 19


INTRODUÇÃO
O setor automobilístico brasileiro desde seus primórdios se empenhou para alcançar os padrões internacionais de desenvolvimento. Entretanto, no período abordado neste trabalho, mais especificamente a partir da década de 90, a performance da indústria automobilística brasileira seu comparada aos padrões internacionais ainda era considerado defasado.O setor automobilístico brasileiro não conseguia atender as demandas de mercado em grande medida, pelo fato de ter produtos obsoletos, sendo assim as exportações de veículos não atingia níveis satisfatórios. Com a abertura comercial brasileira a partir da década de 90, houve uma entrada massiva de carros importados, o que por consequência gerou uma concorrência no mercado automobilísticobrasileiro e obrigou as grandes corporações automotivas instaladas no país se adequarem a fim de se tornarem mais competitivas. Assim sendo Lins citado por Holbold (2010), afirma que abertura comercial brasileira a partir da década de 90 fomentou a expansão dos investimentos por parte de das empresas já instaladas aqui e proporcionou a entrada de novos investimentos produtivos tendo grande impacto naeconomia brasileira face a geração de empregos, desenvolvimento de novas tecnologias, aumento de receita dos estados dentre outros benefícios para o desenvolvimento do país.
Sabe-se que a indústria automobilística vem apresentando elevado índice de crescimento na produção, principalmente nos países em desenvolvimento, trata-se de uma realidade que exerce peso relativo na economia de um país.No Brasil, por exemplo, dados da ANFAVEA – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (2005) apontam que o setor faturou U$$ 42,3 bilhões sendo U$$ 18,1bilhões de exportações gerando um saldo de comércio exterior da ordem de 9,2 bilhões no ano de 2005. A produção de veículos foi responsável por recolher no ano de 2005 o montante de R$ 21 bilhões aos cofres públicos, no tocante acobrança de IPI, ICMS, PIS, COFINS. Neste ano essa cifra segundo a ANFAVEA correspondeu a cerca de 10 % das exportações brasileiras.
No ano de 2007, o setor elevou sua participação no PIB, para 5,4 % ante 4,9% em 2006. O Cálculo foi realizado pela ANFAVEA tendo como base os números divulgados pelo IBGE. Ao se considerar apenas o PIB industrial o setor corresponde a quase um quarto do total, com22,1% de participação em 2007 ante a 19,9 %em 2006. ANFAVEA (2011). Isso significa que setor foi de importância fundamental para o crescimento da indústria, pois, conforme os dados demostram cresceu acima das taxas médias de outros setores o que permitiu dar impulso ao crescimento da indústria, o aumento dos investimentos e da quantidade de empregos gerados.
Em 2009, o mundo amargava uma crise eo Brasil obteve sua primeira queda do PIB em 17 anos, contraditoriamente, a indústria automobilística brasileira teve o melhor ano de sua história. O setor, à sombra de uma crise comercializou algo em torno de 3 milhões de veículos ANFAVEA (2011), respondendo positivamente as isenções fiscais do governo.
O que se pode afirmar quanto ao perfil do setor automobilístico nacional é que este se...
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