Inclusão de crianças com síndrome de down

Páginas: 10 (2307 palavras) Publicado: 1 de junho de 2013
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Inclusão na sociedade de crianças com Síndrome de Down


Introdução


Este artigo tem como foco a inclusão de pessoas portadoras de Síndrome de Down. Para esclarecer essa questão irei discutir a origem da inclusão baseado na Lei de Diretrizes e Bases da educação, e seus objetivos, levando em consideração a importância que os programas de inclusão tem para pessoas que apresentamnecessidades educativas especiais e como a sociedade reage mediante essas pessoas. Temos tem como foco o papel que o professor deve ter e sua formação para que a inclusão seja realizada de forma qualitativa para os alunos portadores de necessidades especiais obtenham um desenvolvimento semelhante com as demais crianças e para finalizar, mostrarei qual o papel que os pais devem adquirir para que ainclusão de seu filho seja feita de forma integral, visto que eles são o primeiro contato social que a criança tem ao chegar ao mundo, e os pais devem ter uma postura adequada para que não prejudiquem seus filhos, sendo que eles são a sociedade e a família.



1. O que é inclusão?
“Ser gente, é correr o risco de ser diferente”.
Profª. Drª. Maria Tereza Egler Mantoan

Entende-se por inclusão todaação que compreende os indivíduos, primeiramente nas relações que os excluíram ao não se enquadrarem nos aspectos normativos da sociedade, impondo a esta a necessidade de elaborar leis e programas que atendam os princípios humanitários, também construídos socialmente. A inclusão tem como objetivo incluir pessoas desfavorecidas no meio que vivem, por meio de programas especializados e projetos,principalmente para portadores de necessidades especiais.
O foco do trabalho é a inclusão na sociedade de crianças com Síndrome de Down, que tem se tornado um desafio encontrar soluções que respondam à questão do acesso e da permanência dos alunos nas instituições educacionais.

2. Síndrome de Down

Em 1866, John Langdon Down faz a primeira descrição clínica, identificando as característicasfísicas como “idiotia mongolóide”, o nome foi dado devido a semelhanças com povos da Mongólia.
De acordo com Bernardes e Stern, citado no livro de Milani (2005), no ano de 1912, foi criado o conceito chamado QI, o que tornou claro algumas classificações: “débeis (QI 50 a 75), imbecis (QI de 25 a 50) e idiotas (QI abaixo 25)”.
Diament (apud Milani, 2005) mostra que esses termos não são maisusados, e no ano de 1968 a OMS adotou os quatro níveis aceitos nos dias de hoje para deficiência mental: “profunda (QI abaixo de 20), severa (QI entre 36 a 52), moderada (QI entre 53 a 70), leve (QI entre 70 a 90) e normal (QI entre 90 a 120)”.
Depois de muitas discussões sobre o assunto, algumas entidades especializada como a APAE, inaugurada em 1961, começaram a se interessar pela deficiênciamental.
O número de cromossomos presente nas células de uma pessoa é 46 (23 do pai e 23 da mãe), e estes se dispõem em pares, formando 23 pares. No caso da Síndrome de Down, ocorre um erro na distribuição e, ao invés de 46, as células recebem 47 cromossomos. O elemento extra fica unido ao par número 21. Daí também, o nome de Trissomia do 21. Ela foi identificada pela primeira vez pelo geneticistafrancês Jérôme Lejeune (apud Milani, 2005) em 1959.
Todas as pessoas estão sujeitas a ter um filho com Síndrome de Down, independentemente da raça ou condição sócio-econômica. No Brasil, acredita-se que ocorra um caso em cada 600 nascimentos, isso quer dizer que nascem cerca de oito mil bebês com Síndrome de Down por ano.
Diferente do que muitas pessoas pensam, a Síndrome de Down não é umadoença, mas sim uma alteração genética que ocorre por ocasião da formação do bebê, no início da gravidez.
Os indivíduos com Síndrome de Down apresentam certos traços típicos, como: cabelo liso e fino, olhos com linha ascendente e dobras da pele nos cantos internos (semelhantes aos orientais), nariz pequeno e um pouco “achatado”, rosto redondo, orelhas pequenas, baixa estatura, pescoço curto e...
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