Hortol Ndia Uma Cidade Estritamente Urbana

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Hortolândia é uma cidade estritamente urbana (100%), inexistindo áreas rurais e de preservação ambiental, com alta densidade demográfica
Desde a década de 1970 tem atraído grandes contingentes populacionais devido ao custo de vida mais baixo e ao valor menor de suas terras, em relação a Campinas, núcleo que atua como sede da região e centro empregador. A cidade cresceu industrialmente, caracterizando-se como eixo de expansão do polo tecnológico campineiro, constituindo-se inicialmente como sua área dormitório.
De acordo com dados de Hortolândia (2004), 50% da população economicamente ativa (PEA) trabalha em outras cidades. O município está imerso num processo de modernização incompleta. O alto de grua de tecnologia aplicada requer mão-de-obra altamente qualificada, importada e outras cidades, Estados ou até Países, e não absorve a população local que estaria abaixo dos requisitos mínimos de capacitação educacional e profissional.
Hortolândia oferece mão-de-obra barata a para a execução de serviços domésticos e atividades de baixa remuneração, como pedreiros, eletricistas e outros à classe média de Campinas e mesmo assim, possui um alto índice de desemprego (11%), havendo uma concentração de população com baixa renda e índices alarmantes de homicídios entre jovens de 15 a 24 anos (13,52%), a maioria fruto da violência urbana.

Segundo o IBGE, no ano de 2003 o coeficiente de Gini, que mede a desigualdade social, era de 0,40, sendo que 1,00 é o pior número e 0,00 é o melhor. A incidência da pobreza, medida pelo IBGE, é de 24,01%, o limite inferior da incidência de pobreza é de 17,16%, o superior é de 30,87% e a incidência da pobreza subjetiva é de 18,48%.
Em 2010, 81,3% da população vivia acima da linha da pobreza, 6,0% encontrava-se na linha da pobreza e 12,7% estava abaixo. Em 2000, a participação dos 20% da população mais rica da cidade no rendimento total municipal era de 50,4%, 14 vezes superior à dos 20% mais pobres, que era de 3,6%, sendo que em 1991 a

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