Hobbes - Leviatã. Cap 13, 14, 17, 18

Páginas: 5 (1026 palavras) Publicado: 1 de outubro de 2014
Contexto histórico – 1648  ano que teve fim a guerra dos 30 anos, paz de Westphelia. Estado territorial soberano, primeiro tratado que reconhece a organização europeia por territórios. Guerra gera imposto, que gera guerra, que gera imposto (ciclo). O estado soberano foi feito para isso.
1517 -> Lutero revoluciona a politica e as ideias da sociedade ocidental. Ele está completamente insatisfeitoquando prega suas teses na porta da igreja. A reforma protestante é muito importante porque ao mostrar que a igreja está quebrada, Lutero diz que o individuo não precisa de um intermediário entre ele e Deus (que é como a igreja católica funciona). Lutero diz que a consciência é divina- sabe o que é certo e errado. Ideia do individuo, cada um é único.
Hobbes – viveu em época de instabilidade(guerra entre católicos e protestantes, mudança de poder). O autor se preocupa com a ordem, é um estudioso literário da bíblia (lê sem a visão religiosa) e a vê como fonte de fé, não conhecimento. É um contratualista, para ele a origem do Estado e/ou da sociedade está num contrato: os homens viveriam, naturalmente, sem poder e sem organização - que somente surgiriam depois de um pacto firmado poreles, estabelecendo as regras de convívio social e de subordinação política.
Não acredita na justificativa divina e acha que os homens estão muito próximos da desordem. Destaca que nossos sentidos são ruins, enganosos e que a imaginação gera medo (somos medrosos, e é essa característica que nos diferencia dos animais, além da linguagem simbólica).
Agimos pela razão/paixão – aquilo pelo qual souatraído ou repelido, sendo a razão secundária a paixão.
Escolha é racional.
Estado de natureza – não tem ordem, governo, sociedade, policia... É um estado em que ninguém está preso a algum tipo de convenção - “quem vai me parar?”- O que sai dessa interação é a violência. Nesse estado de natura a vida é nojenta, bruta e curta. A produção é inviável, uma vez que não se pode parar; a vida estáconstantemente em risco e deve-se agir primeiro se quiser sobreviver. Hobbes deduz que no estado de natureza todo homem tem direito a tudo.
O indivíduo hobbesiano visa mais a honra que os bens
Tudo aquilo que se move de modo desimpedido, está livre. Para Hobbes, a liberdade é mecânica e um problema, não a solução. Assim como a igualdade é o que gera guerra.
Fundamentalmente somos iguais e essaigualdade é um problema, porque assim não tem ordem. Ninguém se sobressai por ser mais forte, por exemplo.
A vida nesse estado de natureza é péssima. Para sair disso, os indivíduos fazem um contrato, um pacto tácito no qual eles criam uma força maior do que eles que estabelece um limite – pacto de submissão leviatã, um anteparo para a ação humana.
No momento em que o Leviatã é criado, é estabelecida aordem, a lei e a possibilidade de se criar um Estado. O direito só se faz presente com a força estatal.
o poder do governante tem que ser ilimitado. Pois, se ele sofrer alguma limitação, se o governante tiver de respeitar tal ou qual obrigação (por exemplo. tiver que ser justo) - então quem irá julgar se ele está sendo ou não justo? Quem julgar terá também o poder de julgar se o príncipe continuapríncipe ou não - e portanto será ele que julga a autoridade suprema. Não há alternativa: ou o poder é absoluto, ou continuamos na condição de guerra, entre poderes que se enfrentam.
O Estado medieval não conhecia poder absoluto, nem soberania - os poderes do rei eram contrabalançados pelos da nobreza, das cidades, dos Parlamentos. No Estado deve haver um poder soberano, isto é, um foco deautoridade que possa resolver todas as pendências e arbitrar qualquer decisão.
Leviatã – uma pessoa ou grupo de pessoas com o poder absoluto de parar todas as outras pessoas (pode tudo, até matar). Não há possibilidade de justiça sem ele. Também age por razão/paixão, o que o difere dos outros é o poder que lhe foi concebido de fazer as regras. Reúne a lei civil e religiosa ao mesmo tempo.
Dando...
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