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Páginas: 111 (27642 palavras) Publicado: 13 de setembro de 2013
Tradução de João Felix

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PRóLOGO

rangia e gemia; as suas velas ondulavam
o vento. A dias
rme, o navio cortava o oceano
Omajestoso naviode distância de terra fiuma carga preciosa:inchadas coma
caminho da grande cidade no oeste com
um homem;
um homem que a tripulação apenas o conhecia pelo Mestre.
Ele estava agora entre eles, sozinho no convés de proa onde tinha descido o capotedas suas vestes para que a espuma do mar o pudesse chicotear, sentindo o seu sabor com a sua face ao vento. Fazia isto uma vez por
dia. Surgia da sua cabine para andar pelo convés, escolhia um ponto no
mar para olhar e regressava para baixo. Por vezes ficava de pé no castelo de
proa, outras no tombadilho. Olhava sempre para o horizonte do mar com
cristas brancas.
A tripulação observava-o todosos dias. Trabalhavam, chamando uns
pelos outros no convés e no cordame, cada um com uma tarefa a fazer,
enquanto lançavam um olhar furtivo para a figura solitária e pensativa.
Perguntavam-se, que espécie de homem seria ele? Que espécie de homem
estava entre eles?
Agora estudavam-no furtivamente à medida que ele se afastava dos
parapeitos do convés e puxava o capuz para cima. Ficou ali de pépor um
momento com a sua cabeça curvada e os seus braços soltos e para baixo
enquanto a tripulação o observava. Talvez alguns deles até tenham empalidecido enquanto ele se cruzava com eles pelo convés a caminho da sua
cabine. E quando a porta se fechou atrás de si, cada um deles se apercebeu
que tinha estado a suster a respiração.
Do lado de dentro, o Assassino voltou para a sua secretária esentou-se, servindo-se de uma taça de vinho antes de pegar num livro e
puxá-lo para si. Abriu-o e começou a ler.

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PARTE UM

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19 de Junho de 1257

em Masyaf e permaneceremos aqui
quanto. Pelo menos até que uma ou duas, como
“incertezas”
Maffeo e eu continuamos permanecemos ao serviçodirei,Mestre,por enforem resolvidas. Entretanto,
do
Altaïr
Ibn-La’Ahad. Por muitofrustrante que seja entregar as decisões do nosso
caminho desta forma, especialmente ao líder da Ordem que, na sua velhice,
manuseia a ambiguidade com a mesma precisão impiedosa com que em
tempos manuseava a espada e a lâmina, ao menos tenho o benefício de
privar das suas histórias. Maffeo, no entanto, não tem essa vantagem e está
cada vez mais inquieto. É compreensível. Ele está cansado deMaysaf. Não
lhe agrada atravessar os montes íngremes entre a fortaleza do Assassino e a
aldeia em baixo, não tem apetência pelo terreno montanhoso. É um Polo,
diz ele, e, após seis meses aqui, a sede de viajar é para ele como o chamamento de uma mulher voluptuosa, persuasiva e tentadora, impossível de
ignorar. Ele deseja encher as velas com vento e partir para novas terras,
meter Maysaf pelascostas.
A sua impaciência é uma irritação que eu, com franqueza, dispensava. Altaïr está à beira de anunciar algo, eu consigo senti-lo.
Então, hoje declarei:
— Maffeo, vou contar-te uma história.
As maneiras do homem! Somos mesmo parentes? Começo a duvidar.
Em vez de receber esta notícia com o tão merecido entusiasmo, posso jurar
que o ouvi a suspirar (ou talvez lhe deva dar o benefício dadúvida; talvez ele
simplesmente estivesse sem fôlego devido ao sol abrasador) antes de me exigir:
— Antes de o fazeres, Niccolò, importas-te de me dizer sobre o que
trata? — num tom deveras exasperado — pergunto-te.
Ainda assim, disse-lhe:
— É uma boa pergunta, irmão — e pensei um pouco sobre o assunto
enquanto nos encaminhávamos para o terrível declive. Por cima de nós, a
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cidadelaelevava-se sombriamente sobre o promontório, como se tivesse
sido talhada no próprio calcário. Tinha decidido que queria o cenário perfeito para contar a minha história e não havia local algum mais apropriado
que a fortaleza de Maysaf. Era um castelo imponente com muitas torres, rodeado por rios espelhados. Presidia sobre a aldeia movimentada em baixo,
uma povoação que estava num ponto alto dentro...
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