Gestão de Serviço de Enfermagem ATPS

Páginas: 5 (1056 palavras) Publicado: 30 de setembro de 2015
1. Introdução

Conforme a Resolução – RDC Nº 50, de 21 de fevereiro de 2002, aprovaram o Regulamento Técnico destinado ao planejamento, programação, elaboração, avaliação e aprovação de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde, em anexo a esta Resolução a ser observado em todo território nacional, na área pública e privada compreendendo:
a) as construções novas deestabelecimentos assistenciais de saúde de todo o pais;
b) as áreas a serem ampliadas de estabelecimentos assistenciais de saúde já existentes;
c) as reformas de estabelecimentos assistenciais de saúde já existentes e os anteriormente não destinados a estabelecimentos de saúde.
A Agencia Nacional de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, prestara cooperação técnica as secretarias estaduais e municipaisde saúde, a fim de orienta-las sobre o exato cumprimento e interpretação deste Regulamento Técnico. Os projetos para a construção, complementação, reforma ou ampliação de uma edificação ou conjunto de edificações serão desenvolvidos, basicamente, em três etapas: estudo preliminar, projeto básico e projeto executivo. O desenvolvimento consecutivo dessas etapas terá, como ponto de partida, oprograma de necessidades (fisicofuncional) do EAS onde deverão estar definidas as características dos ambientes necessários ao desenvolvimento das atividades previstas na edificação. São oito as atribuições que se desdobram em atividades e sub-atividades representadas no diagrama para desenvolver um projeto. (Resolução RDC Nº50, 2002)





O dimensionamento de pessoal é feito através dos parâmetrosestabelecido pelo COREN. A quantidade de profissionais de enfermagem nas instituições de saúde é estabelecida para que tenha a garantis da segurança e da qualidade da assistência ao cliente e a continuidade da vigília. (COREN, 2008-2011)
Conforme a Resolução 293/2004, é necessário definir o tipo de cliente que irá compor sua clínica. Sendo assim, terá o número de funcionário que irá compor a unidadeconforme a necessidade da assistência do profissional. (Resolução 293/2004)
Pacientes de cuidados mínimos (PCM) /autocuidado:
Paciente estável, sob o ponto de vista clínico e de enfermagem, e fisicamente autossuficiente quanto ao atendimento das necessidades humanas básicas.
Pacientes de cuidados intermediários (PCI):
Paciente estável, sob o ponto de vista clínico e de enfermagem, requerendoavaliações médicas e de enfermagem, com parcial dependência dos profissionais de enfermagem para o atendimento das necessidades humanas básicas.
Pacientes de cuidados semi-intensivos (PCSI):
Paciente grave e recuperável, com risco iminente de morte, sujeito à instabilidade das funções vitais, requerendo assistência de enfermagem e médica permanente e especializada.
Pacientes de cuidados intensivos(PCIt):
Paciente grave e recuperável, com risco iminente de morte, sujeito à instabilidade das funções vitais, requerendo assistência de enfermagem e médica permanente e especializada.
Nota-se que para unidades especializadas, como psiquiatria e oncologia, deve-se classificar o paciente tomando como base as características assistenciais específicas, adaptando-as ao SCP. O paciente especial ou da áreapsiquiátrica, com intercorrência clínica ou cirúrgica associada, deve ser classificado um nível acima no SCP, iniciando-se com cuidados intermediários. Para berçário e unidade de internação em pediatria, caso não tenha acompanhante, a criança menor de seis anos e o recém-nascido devem ser classificados com necessidades de cuidados intermediários. O paciente com demanda de cuidados intensivos deveráser assistido em unidade com infraestrutura adequada e especializada para este fim. O paciente crônico, com idade superior a 60 anos, sem acompanhante, classificado pelo SCP com demanda de assistência intermediária ou semi-intensiva deverá ser acrescido de 0,5 às horas de Enfermagem.
Cabe ao enfermeiro o registro diário da ausência ao serviço de profissionais de enfermagem; presença de crianças...
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