GEstão de Cadeia

Páginas: 7 (1507 palavras) Publicado: 18 de setembro de 2014
Segue uma análise da indústria de fast food, segundo as 5 forças competitivas de M.Porter, e um comparativo da ação dessas forças na indústria e no HABIB’S, considerado como um dos grandes do setor dentro do cenário nacional.

1. Descreva as 5 forças competitvas de M. Poter: a) Competição entre as empresas da mesma indústria; b) Ameaça de entrada de novos concorrentes; c) Poder dos forncedores;d) Poder dos clientes; e) Ameaça da concorrência de produtos substitutos.

1ª: Competição entre as empresas da mesma indústria.
No ramo de fast food é acirrada a disputa entre as empresas pela preferência dos clientes ou consumidores. Promoções e desconto são armas utilizadas na tentativa de se vencer a concorrência, mas que acabam por se tornar uma faca de dois gumes. Segundo o modelo de N.Porter, essa disputa acirrada se torna um ponto negativo já que para acompanhar o mercado e a concorrência a empresa precisa reduzir o preço (promoções e descontos) gerando queda na margem de lucro.
Ao analisarmos no HABIB’S esse mesmo item, verificamos que, mesmo sendo um dos gigantes no segmento, ele é afetado por essa regra. A feroz competição entre as empresas afeta também o gigante,forçando-o a praticar preços cada vez mais baixos, apesar disso já ser quase que uma “marca registrada” do HABIB’S, a buscar estar sempre um passo a frente do mercado e a gastos excessivos com a consolidação da sua marca. É óbvio que a consolidação da marca se faz necessária em qualquer mercado, porém quanto mais acirrada a disputa entre as empresas do mesmo segmento, maior é o gasto pra se atingir essaconsolidação.

2ª. Ameaça de entrada de novos concorrentes.
Pra se entrar no mercado de fast food uma empresa não precisa de muito esforço e tão pouco de muito capital. É um mercado que permite facilmente que uma empresa caseira se estabeleça sem muitas dificuldades (não é complicado o registro para esse tipo de negócio e a maioria das instituições financeiras oferecem linhas de crédito prapequenos negócios) e abocanhe uma fatia do mercado.
Pela facilidade de entrada no mercado e por estar voltado para um item de primeira necessidade, as empresas deste ramo, iniciam sua atividades através de pequenos estabelecimentos e aos poucos vão se consolidando, primeiro dominado o mercado na rua onde se estabeleceu, depois no bairro, e assim por diante. Pra M. Porter a falta dessa “barreira deentrada” também é um ponto negativo, pois permite que diversas empresas entrem no mercado para disputar uma fatia do mesmo.
Para o HABIB’S isso é novamente um ponto negativo, pois a entrada de mais concorrência no mercado gera mais disputa e conseqüentemente o aumento da divisão do mesmo, ou seja, o mesmo bolo para a ser dividido em mais fatias.

3ª. Poder dos fornecedores
No modelo de M. Poter,se o fornecedor tiver poder de barganha sobre o comprador torna-se um ponto negativo. Essa “força” é fácil de se entender quando se analisa o mercado de fast food, onde o comprador, ou seja, a empresa não tem mecanismos para segurar o aumento de sua matéria-prima. A balança de negociação entre fornecedor e comprador tende a pender sempre para o lado do fornecedor, que tem amplos poderes pra ditara regra do jogo. Cabe ao comprador buscar alternativas de negociação com outros fornecedores, como forma de contra-balancear um pouco essa relação, mas que não vai fazer com que haja mudança nesse modelo. Portanto este item é um ponto negativo para a indústria de fast food.
Nesse item a análise do HABIB’S se diferencia da análise das outras empresas de fast food (com exceção do MC Donald’s e dealgumas outras empresas que adotaram o modelo explicado a seguir).
Como forma de reverter essa ponto negativo da indústria de fast food em ponto positivo, ou seja, fazer com que a balança pendesse para o seu lado e não para o lado do fornecedor na negociação (e por outras questões como qualidade e economia) o HABIB’S produz a maioria dos ingredientes que compõem os seus produtos.

4ª. Poder...
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