Fresamento

Páginas: 5 (1051 palavras) Publicado: 8 de setembro de 2013
UNIFEI

Tecnologia de
Fabricação IV
Fresamento
EME-56

Aula 05

20-08-2007

Prof. José Hamilton Chaves Gorgulho Júnior

Fluidos de corte

Fluidos de corte
Objetivos:

Tipos:

Refrigeração;

Sólidos;

Lubrificação;

Líquidos;

Proteção;

Gasosos.

Limpeza.

Fluidos de corte
Gases:
Ar comprimido refrigerado;
Dióxido de carbono (CO2/gelo seco);
Nitrogênio.Sólidos:
Grafite;
Bissulfeto de molibdênio.
Líquidos:
Óleos de corte integrais;
Óleos emulsionáveis;
Óleos sintéticos.

Fluidos de corte
Integrais (sem adição de água):
Óleos minerais;
▪ Óleos graxos;
Óleos compostos;
▪ Óleos sulfurados;
Óleos clorados.
Emulsionáveis (solúveis):
Água + óleos minerais + emulsificadores
(sabões e detergentes).
Sintéticos ou químicos (água com):Aminas;
▪ Nitritos;
Fosfatos;
▪ Boratos;
Sabões;
▪ Glicóis;
Germicidas;
▪ Agentes umectantes.

Fluidos de corte
Aditivos:
Antioxidantes;
Antiespumantes;
Anticorrosivos;
Agentes EP;
Biocidas.

Engrenagens

Engrenagens
Elemento básico na transmissão de potência
entre eixos. Permite o aumento/diminuição de
velocidade/torque, quase sem perda de energia.

Módulo

É o diâmetroprimitivo dividido pelo
número de dentes.

Ângulo de pressão (α)
α

Evolvente (curva cicloidal)
O perfil dos dentes
deve permitir que a
relação entre as
velocidades
angulares das duas
engrenagens seja
constante.
Dos diversos perfis
que atendem essa
restrição apenas o
perfil evolvental
tem aplicação
universal.

Fabricação de
Engrenagens

Fabricação de EngrenagensFresadoras Universais:
• Fresa Módulo.
Dentadoras:
• Pfauter;
• Maag;
• Bilgram;
• Gleason;
• Renânia;
• Fellows.

Fabricação de
engrenagens em
fresadoras
universais

Fabricação de engrenagens em
fresadoras universais
Uso das fresas de perfil constante;
Uso do cabeçote divisor.

Detalhe do detalonamento

Dispositivo detalonador

Característica da construção de
engrenagenscom fresadora
Processo lento;
A precisão depende:
• do estado da afiação da ferramenta;
• da centragem da peça;
• do batimento da ferramenta e da peça;
Processo é simples.

Fresas até módulo 10
1

2

3

4

12 a 13

14 a 16

17 a 20

21 a 25

5

6

7

8

26 a 34

35 a 54

55 a 134

135 a ∞

Seleção da fresa:
de acordo com o
número de
dentes daengrenagem

Módulo 11 a 20
Número de
Número
dentes da
da
fresa engrenagem (Z)
12
1
13

14
2
15 e 16

17 e 18
3
19 e 20

21 e 22
4
23 a 25

26 a 29
5
30 a 34

35 a 41
6
42 a 54

55 a 79
7
80 a 134

8
135 a ∞

Módulo acima de 20
Número de
Número
dentes da
da
fresa engrenagem (Z)
12
1
13

14
2

15
16
2 1/2
17
3
18


19
20
3¾21
4
22

23

24 e 25


Número de
Número
dentes da
da
fresa engrenagem (Z)
26 e 27
5
28 e 29

30 e 31


32 a 34
35 a 37
6
38 a 41

42 a 46


47 a 54
55 a 65
7
66 a 79

80 a 102

103 a 134

8
135 a ∞

Equacionamento básico para
cremalheira
Altura do dente h = 2.166 × M
Passo p = M × π
Largura do dente b = ( 6 a 10 ) × M

α Engrenagens cilíndricas
de dentes retos

Engrenagens cilíndricas de dentes
retos

Equacionamento para engrenagens
cilíndricas de dentes retos
Altura do dente h = 2.166 × M
Largura do dente b = ( 6 a 10 ) × M
Diâmetro externo de = M × (Z + 2)
Diâmetro primitivo dp = M × Z
Diâmetro interno di = de − h
Distância entre centros D

ec

= M × (Z1 + Z 2 )/ 2

Observação
A altura dodente varia
conforme a norma
DIN/ABNT h = 2.166 × M
ASA (USA) h = 2.157 × M
ISO h = 2.25 × M

Exemplo de engrenagens cilíndricas
de dentes retos
Deseja-se fresar um par de engrenagens
cilíndricas de dentes retos com módulo 2 e
ângulo de pressão de 20º, sendo uma com 25
dentes e outra com 60 dentes. Determine a forma
da matéria-prima, a profundidade de corte e o
giro da manivela....
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