Força da Tradição

Páginas: 15 (3698 palavras) Publicado: 8 de agosto de 2013








A FORÇA DA TRDIÇÃO
A PERSISTÊNCIA DO ANTIGO REGIME (1849-1914)
Autor ARNO J. MAYER




CURSO DE SOCIOLOGIA – 2013/1
PROFESSORA: SILVIA PATUZZI
ALUNAS:
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A FORÇA DA TRDIÇÃO
A PERSISTÊNCIA DO ANTIGO REGIME (1849-1914)
Autor ARNO J. MAYER

Quem foi Arno J. Mayer
Arno Joseph Mayer (nascido em 1926) é um historiador americano de origem luxemburguesa, especialista na Europa, em diplomacia internacional e na Shoah. É professor de História na Universidade de Princeton.
Graduou-se no City College de Nova York e doutorou-se naUniversidade de Yale. Lecionou em Brandeis, Harvard e Columbia, e, desde 1961, é professor de História na Universidade de Princeton. É membro da Academia Americana de Artes e Ciências e recebeu o prêmio Herbert Baxter Adams da Associação Americana de História. No Brasil, já foi publicado, de sua autoria, Dinâmica da Contra-Revolução na Europa, 1870-1956 (1977 Paz e Terra).
Obras
(em inglês)Political Origins of the New Diplomacy, 1917-1918, 1959.
(em inglês) Politics and Diplomacy of Peacemaking: Containment and Counter-Revolution at Versailles, 1918-1919, Knopf, New York, 1967, 918 p.
(em inglês) Dynamics of Counter-Revolution in Europe, 1870-1956: An Analytical Framework, 1971.
La Persistance de l'Ancien Régime. L'Europe de 1848 à la Grande Guerre, Flammarion, Paris, 1983, 350 p.
La"Solution finale" dans l’histoire, La Découverte, 2002, 568 p. (prefácio de Pierre Vidal-Naquet ; ed. original : Why Did the Heavens Not Darken? The « Final Solution » in History, 1988).
Les Furies : Violence, vengeance, terreur aux temps de la Révolution française et de la Révolution russe, Ed. Fayard, 2002, 680 p.
L'Autre Amérique. Les Américains contre l'état de guerre (com Judith Butler,Noam Chomsky, Angela Davis, Mike Davis, Ronald Dworkin, Naomi Klein, Michael Mann, Manning Marable, Edward Saïd, Jeffrey Saint Clair, Gore Vidal, Immanuel Wallerstein, Michael Yates e Howard Zinn), Ed. Textuel, p. 2002, 248.
Sobre o que se trata a Obra
Busca iluminar o desenrolar das classes dominantes e em ascensão em um momento decisivo do período de revolução industrial, percebendo asdescontinuidades e permanências pertinentes com fortes tendências sociais.
No estilo direto da prosa histórica anglo-saxônica de esquerda, Mayer, com ironia, mas sem descuidar de um amplo e rigoroso arsenal empírico, constrói uma tese original e bastante convincente que altera de modo decisivo o entendimento dos séculos XIX e XX, não só na Europa, mas no mundo todo. Cai o mito da revolução industrialhomogênea, generalizada e irreversível; cai o mito de uma Europa capitalista, liberal e democrática, após a tomada da Bastilha; cai o mito de vanguardas modernistas que presumivelmente faziam e aconteciam. Mayer não poupa nem alguns monstros sagrados da sociologia e da filosofia, como Max Weber e Nietzsche.
O título deste artigo remete importante trabalho de Arno Mayer, o qual argumenta que, aocontrário do que os historiadores tendem a enfatizar, números elementos dos antigos regimes europeus haviam sobrevivido aos cataclismas de 1789 e 1848, por vezes chegando ainda fortes a 1914. Nas palavras do autor: Isso não significa negar a importância crescente das forças modernas que solaparam e desafiaram a antiga ordem. Mas significa sustentar que até 1914 as forças de inércia e resistênciacontiveram e refrearam essa nova sociedade dinâmica e expansiva no interior dos anciens regimes que dominavam o cenário histórico europeu. Assim, apesar de reconhecer o dinamismo das “forças modernas”, Mayer desenha um quadro no qual às vésperas da Primeira Guerra a Europa ainda se encontrava em grande parte dominada por instituições do Antigo Regime nos planos econômico, social, político e cultural....
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