Fitoterapia

2967 palavras 12 páginas
ASPECTOS HISTÓRICOS SOBRE PLANTAS
CONSTITUINTES ACTIVOS E FITOTERAPIA.

MEDICINAIS,

SEUS

Autor: Prof. A. Proença da Cunha
E-mail: pdacunha@ci.uc.pt
Site:http://www.antoniopcunha.com.sapo.pt/
O conhecimento sobre as plantas sempre tem acompanhado a evolução do homem através dos tempos. As primitivas civilizações cedo se aperceberam da existência, ao lado das plantas comestíveis, de outras dotadas de maior ou menor toxicidade que, ao serem experimentadas no combate à doença, revelaram, embora empiricamente, o seu potencial curativo. Toda essa informação foi sendo, de início, transmitida oralmente às gerações posteriores, para depois, com o aparecimento da escrita, passar a ser compilada e guardada como um tesouro precioso.
Consideram-se como primeiros documentos escritos as placas de barro, actualmente conservadas no “British Museum”, onde se encontram copiados, em caracteres cuneiformes, por ordem do rei assírio Ashurbanipal, documentos suméricos e babilónicos, datando alguns mais de 3000 anos antes da era cristã. De referir que no conhecido código de Hamurabi já se descreve o ópio, o gálbano, a assafétida, o meimendro e muitos outros produtos vegetais.
Num outro documento escrito, o famoso papiro decifrado em 1873 pelo egiptólogo alemão Georg Ebers, somos surpreendidos com a seguinte afirmação introdutória: “Aqui começa o livro relativo à preparação dos remédios para todas as partes do corpo humano”. Provou-se que o papiro de Ebers representa o primeiro tratado médico egípcio conhecido, da primeira metade do século XVI antes da era cristã, em que parte do seu texto, é destinado ao tratamento das doenças internas e, a restante dá, indicações sobre a constituição dos medicamentos a empregar.
Embora a medicina egípcia se apoiasse, muito, em elementos mágicos e religiosos, sabe-se que já eram utilizados o sene, o zimbro, as sementes do linho, o funcho, o rícino e muitas outras plantas.
Este conhecimento, já bastante profundo, sobre

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