Filosofica da história

Páginas: 350 (87470 palavras) Publicado: 22 de julho de 2012
Série Fundamentos 64 Umberto Eco SEMIOTICA E FILOSOFIA DA LINGUAGEM Tradução de: Mariarosaria Fabris e José Luíz Fiorin Revisão de lzidoro Blikstein

Direção Nelson dos Reis Preparação de texto lvany Picasso Batista Arte Edição de arte (miolo) Milton Takeda Coordenação gráfica Jorge Okura Composição/Paginação em vídeo Eliana Aparecida Fernandes Santos Marco Antonio Fernandes CAPA Ary AlmeidaNormanha ©1984 Gjulio Eínaudi editore s.p.a., Torino ISBN 85 08 03814 3 1991 Todos os direitos reservados Editora Ática S.A. Rua Barão de lguape, 110 - CEP 01507 Tel.: (PABX) 278-9322 - Caixa Postal 8656 End. Telegráfico "Bomiivro" - São Paulo - SP

Sumário Introdução 7 1. Signo e inferência 15 1 Morte do signo? 15 2 Os signos de uma obstinação 17 2.1 Inferências naturais 17 2.2 Equivalênciasarbitrárias 18 2.3 Diagramas 19 2.4 Desenhos 20 2.5 Emblemas 20 2.6 Alvos 21 3 Intensão e extensão 21 4 As soluções elusivas 22 5 As desconstruções do signo lingüístico 24 5.1 Signo x figura 25 5.2 Signo x enunciado 26 5.3 0 signo como diferença 28 5.4 0 predomínio do significante 29 5.5 Signo x texto 31 5.6 0 signo como identidade 32 6 Signos x palavras 33 7 Os estóicos 37 8 Unificação das teoriase predomínio da linguística 42 9 0 modelo 'instrucional' 44 10 Códigos fortes e códigos fracos 47 11 Abdução e invenção de código so 12 Os modos de produção sígnica 52 12.1Vestígios 55 12.2Sintomas 55 12.3Indícios 55 12.4Exemplos, amostras e amostras fictícias 56 12.5Vetores 57 12.6Estilizações 57 12.7Unidades combinatórias 58 12.8Unidades pseudocombinatórias 58 12.9Estímulos programados 59 12.10Invenções 59 12.11 Conclusões 59 13 O critério de interpretância 60 14 Signo e sujeito 62

II Dicionário Versus Enciclopédia 63 1 Os significados do significado 63 1.1 O Remetido 63 1.2 Referência e significado 64 1.3 Intenso e Extensão 66 1.4 O equívoco da Beteutung 68 1.5 Significação e comunicação 68 1.6 Significado lexical e significação textual 71 1.7 Significado convencional e significadosituacional 72 1.8 Semântica e pragmática 75 1.9 Cooperação textual e enciclopédia 77 2 O conteúdo 79 2.1 Significado e sinonímia 79 2.2 Significado como conteúdo 79 2.3 As figuras do conteúdo 80 3 Pseudicionário de câmara para uma língua de câmara 91 4 A árvore do Porfírio 96 4.1 definição, géneros e espécies 96 4.2 Uma árvore não é uma árvore 101 4.3 Uma árvore apenas de diferença 103 4.4 Asdiferenças como acidentes e como signos 107 5 As semânticas como enciclopédia 110 5.1 O princípio de interpretação 110 5.2 Estrutura da enciclopédia 113 5.3 Representações enciclopédicas “locais” 116 5.4 Alguns exemplos de representações enciclopédicas 120 5.5 Utilidade do dicionário 131 6 Significado e designação rígida 135 III METÁFORA E SEMIOSE 141 1 O nó pragmático 141 2 Pragmática da metáfora144 3 As definições tradicionais 147 4 Aristóteles: a sinédoque e a árvore de Porfírio 149 5 Aristóteles: a metáfora de três termos 152 6 Aristóteles: o esquema proporcional 154 7 Proporção e codensação 156 8 Dicionário e enciclopédia 157 9 A função cognoscitiva 160 10 O fundo semiótico: o sistema do conteúdo 164 10.1 A enciclopédia mediaval e a analogia entis 164 10.2 O índice categórico deTesauro 167 10.3 Vico e as condições culturais da invenção 168 11 Os limites da formalização 170 12 Representação componencional e pragamática do texto 174 12.1 Um modelo por “casos” 174

12.2 Metonímia 176 12.3 Topic, frames, isotopias 180 Cinco regras 187 Da metáfora à interpretação simbólica 188 Conclusões 191

IV. O modo simbólico 195 1 A floresta simbólica e o jângal lexical 195 2Aproximações e exclusões 201 2.1 O simbólico como semiótico 201 2.2 Osímbolo como convencional-arbitrário 205 2.3 O simbólico como signo regido pela ratio difficilis206 2.4 O simbólico como sentido indireto e 'figurado' 207 2.5 O símbolo romântico 214 3 O modo simbólico 219 3.1 Os arquétipos e o Sagrado 219 3.2 Hermenêutica, desconstrução, deriva 223 4 O modo simbólico 'teologal' (e suas reincarnações)228...
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