Filosofia

496 palavras 2 páginas
Pensamento de dois autores clássicos, Karl Marx e Émile Durkheim, marca perspectivas distintas sobre a divisão do trabalho nas sociedades modernas.
Para Marx, a divisão social do trabalho, realizada no processo de desenvolvimento das sociedades, gera a divisão em classes.
Nas sociedades modernas, com o surgimento das fábricas, duas classes foram definidas pela divisão social do trabalho: a dos proprietários das máquinas e a de seus operadores.
Subordinado á máquina ao proprietário dela, trabalhador só tem, segundo Marx, sua força para vender. Ao pagar pela força de trabalho, o capitalista passa a ter o direito de utilizá-la na fábrica.
O operário trabalha mais horas por dia do que o necessário para produzir o referente ao valor de seu salário. O que ele produz nessas horas a mais é o que Marx chama de mais-valia.
O valor das horas trabalhadas e não pagas é acumulado e replicado na produção, o que enriquece o capitalista. Esse processo é chamado de acumulação de capital.
Para Durkheim, a crescente especialização do trabalho promovida pela produção industrial moderna trouxe uma forma superior de solidariedade, e não de conflito.
Para Durkheim, há duas formas de solidariedade:
Solidariedade mecânica: o que une as pessoas não é o fato de uma depender do trabalho da outra, mas a aceitação de um conjunto de crenças, tradições e costumes comuns.

Solidariedade orgânica: o que une as pessoas é a necessidade que umas têm das outras, em virtude da divisão social do trabalho.
No fim do século XIX, Frederick Taylor propôs a aplicação de princípios científicos na organização do trabalho, buscando maior racionalização do processo produtivo.
No século XX, o aperfeiçoamento contínuo dos sistemas produtivos deu origem a uma forma de divisão do trabalho que se tronou conhecida como fordismo, numa referência a Henry Ford, o inventor de um modelo de produção em série.
As expressões taylorismo e fordismo passaram a ser usadas para designar um processo de

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