filosofia

Páginas: 20 (4959 palavras) Publicado: 7 de agosto de 2013
3º anos filosofia II UNIDADE: Thomas Hobbes, John Locke e Rousseau: Estado de Natureza, contrato social, Estado Civil
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Niedjapaula2012@hotmail.com
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Jesuseuteamo7
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o em maio 15, 2013 por fsetemac
Princípios contratualistas deThomas Hobbes, John Locke e Jean Jacques Rousseau
1. A concepção de Hobbes:  No Estado de Natureza, as pessoas vivem em luta permanente, vigorando a guerra de todos contra todos ou “o homem lobo do homem”, ou seja, o estado natural do homem é o da guerra. Para se protegerem uns dos outros, os humanos inventaram as armas e cercaram as terras que ocupavam. Essas duas atitudes são inúteis, poissempre haverá alguém mais forte que vencerá o mais fraco e ocupará as terras cercadas. A vida não tem garantias; a posse não tem reconhecimento e, portanto, não existe; a única lei é a força do mais forte, que pode tudo quanto tenha força para conquistar e conservar.
Nesse estado, reina o medo e, principalmente, o grande medo: o da morte violenta, ou pior: o de ser capturado, torturado, escravizado ehumilhado pelo vencedor. O medo passa então a ser uma virtude, que levará os homens a buscarem a paz.
Hobbes defendia a ideia de que os homens só podem viver em paz se concordarem em submeter-se a um governante poderoso, ou seja, a sociedade  necessita de uma autoridade à qual todos os membros devem renunciar à sua liberdade natural, de maneira que a autoridade possa assegurar a paz interna e adefesa comum. Este soberano, quer seja um monarca ou uma assembleia (que pode até mesmo ser composta de todos, caso em que seria uma democracia), deveria ser o Leviatã, uma autoridade inquestionável. A teoria política do Leviatã mantém no essencial as ideias de suas duas obras anteriores.
2. A concepção de Rousseau:  No estado de Natureza, as pessoas viviam isoladas nas florestas, sobrevivendocom o que a Natureza lhes dava, desconhecendo lutas, comunicando-se por gestos, gritos e cantos…Rousseau chamava de Estado de felicidade original, onde os humanos foram chamados por Rousseau de Bom Selvagem Inocente.
Essa fase acaba quando alguém cerca um terreno e diz: “É meu”. A partir daí, Rousseau afirma que começa o Estado de Sociedade, o qual corresponde ao Estado de Natureza hobbesiano(guerra de todos contra todos).
Da mesma forma, o homem nasceria livre, mas por toda parte se encontraria acorrentado por fatores como sua própria vaidade, fruto da corrupção do coração. O indivíduo se tornaria escravo de suas necessidades e daqueles que o rodeiam, o que em certo sentido refere-se a uma preocupação constante com o mundo das aparências, do orgulho, da busca por reconhecimento e status.Mesmo assim, acreditava que seria possível se pensar numa sociedade ideal, tendo assim sua ideologia refletida na concepção da Revolução Francesa ao final do século XVIII.
O Estado de Natureza de Hobbes e o Estado de Sociedade de Rousseau evidenciam uma percepção social da luta entre fracos e fortes, onde vigora a lei da selva ou o poder da força. Para cessar esse estado de vida ameaçador eameaçado, os humanos decidem passar à sociedade civil, isto é, ao Estado Civil, criando o poder político e as leis. A passagem do Estado de Natureza à sociedade civil se dá por meio de um contrato social , pelo qual os indivíduos renunciam à liberdade natural, concordando em transferir a um terceiro – o Estado – o poder para criar e aplicar as leis, tornando-se autoridade política. O contrato socialfunda a soberania.
Para Rousseau, o Contrato Social seria um pacto legítimo, baseado na  alienação total da vontade particular como condição de igualdade entre todos. Logo, a soberania do p ovo seria condição para sua libertação. Assim,soberano seria o povo e não o rei (este apenas funcionário do povo), fato que colocaria Rousseau numa posição contrária ao Poder Absolutista vigente na Europa...
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