Filosofia Medieval

Páginas: 11 (2725 palavras) Publicado: 2 de julho de 2013
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS
FACULDADE DE DIREITO
Filosofia Geral
























UEMG – Universidade do Estado de Minas Gerais – Campus Frutal
Disciplina: Filosofia Geral
Tema: Resumo da página 90 até a página 117 do Capítulo 6


























Filosofia Geral


Trabalho, apresentado no cursode
Bacharelado em Direito,
Respectivamente presente na instituição:
UEMG – Universidade do Estado de Minas Gerais,
Como trabalho de avaliação semestral.

Área de concentração: Filosofia do Medieval.











Data de entrega: 20 de Maio de 2013.
Resultado: _____________________

Banca examinadora:
Prof.: _______________________
Universidade do Estado de MinasGerais.
Resumo

Este trabalho tem por objetivo fazer um resumo da Filosofia Medieval, com base em grande parte do Capítulo 6 da obra “Filosofia do Direito”, escrita pelo ilustre professor Alysson Leandro Mascaro.

















Summary

This paper aims to summarize the Medieval Philosophy, based largely on Chapter 6 of the book "Filosofia do Direito", in English“Philosophy of Law”, written by the illustrious Teacher Alysson Leandro Mascaro.
















Sumário
Introdução 1
Epicurismo 1
Estoicismo 2
O cristianismo 4
Paulo de Tarso 5
Santo Agostinho 6
São Tomás de Aquino 7
Conclusão 8
Referencias Bibliográficas 9

Introdução

A Filosofia Medieval, tendo como referência o mundo romano, se formou através das necessidades culturais epolíticas e incorporou dois grandes movimentos da Filosofia Grega, o epicurismo e o estoicismo.

Epicurismo

O epicurismo tem sua origem nos pensamentos de Epicuro de Samos (341-270 a.C.). Esta escola visa à busca pelo prazer. Mas não um prazer baseado em bebidas, gozo e mulheres. O prazer buscado era, além de um moderado prazer corporal, o prazer espiritual, a ausência de perturbação e dedor. Epicuro dizia que o conhecimento seguro dos desejos leva a direcionar toda escolha e toda recusa para a saúde do corpo e para a serenidade do espírito, visto que está e a finalidade da vida feliz.
A Justiça, em Epicuro, é baseada na ideia de que há o interesse de uma vida plena e prazerosa dos indivíduos que se respeitam reciprocamente. Daí que a política se constrói no objetivo de umautilidade comum. Epicuro em suas máximas:

XXXI – O justo segundo a natureza é a regra do interesse que temos em não nos prejudicarmos nem sermos prejudicados mutuamente.

XXXII – Em relação àqueles, dentre os viventes, que não puderem concluir pactos para não se prejudicarem pessoalmente nem serem prejudicados mutuamente, nada há que seja justo ou injusto. Isto também vale para os povos que nãopuderam ou não quiseram concluir os pactos para não se prejudicarem nem serem prejudicados mutuamente.

XXXIII – Nunca houve justiça em si, mas nas relações recíprocas, quaisquer que sejam seu âmbito e as condições do tempo, uma espécie de pacto a fim de não prejudicar nem ser prejudicado.

Percebe-se, então, que, para Epicuro, não existe a noção de que o justo seja algo determinável, e daí,compreendido pela natureza ou pela razão. O justo é apenas uma convenção dos homens. Não há injustiça como um mal em si. Ocorre que os homens, devendo se afastar daquilo que lhes causa sofrimento, ao cometerem injustiças, podem ser descobertos, perseguidos e castigados. É como a Lei da Ação e Reação de Sir. Isaac Newton, se você, de alguma forma, interferir na felicidade ou no prazer de alguém, umpoder maior interferirá no seu prazer. Assim sendo, em busca do prazer deve-se agir pelo justo, já que o injusto pode gerar a punição.


Estoicismo

Essa escola representou, para o direito romano, uma influência ainda muito mais alta que o epicurismo. O fundador dessa escola foi Zenão de Citium (336-264 a.C.). O estoicismo defende um ideal de que a vida deve ser prática com o uso da...
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