Filosofia iluminista

4184 palavras 17 páginas
A filosofia iluminista está voltada para o estudo da Natureza e da sociedade. O uso da razão é considerado indispensável. Como o homem faz parte da Natureza, conclui-se que o próprio Deus acaba por estar presente no coração do próprio homem. A Igreja torna-se, assim, uma instituição indispensável. Para que o homem encontre Deus é suficiente uma vida piedosa e cheia de virtudes.
Os homens são, portanto, iguais perante a Natureza. A desigualdade que existe entre os homens é provocada pelos próprios homens, pela sociedade.
Como existem leis para regular os fenômenos da Natureza, assim também as relações entre os homens são reguladas por leis naturais. O meio no qual o homem vive é responsável pelo fato de haver diferenças entre os homens.
Por natureza eles são iguais, todos são bons. A modificação da sociedade se impunha. O meio para atingi-la era promover a igualdade entre os homens, a liberdade de expressão, a tolerância religiosa, a ser contra a brutalidade e escravidão; enfim, contra a injustiça.

O termo Iluminismo indica um movimento intelectual que se desenvolveu no século XVIII, cujo objetivo era a difusão da razão, a "luz", para dirigir o progresso da vida em todos os aspectos. Mais do que um conjunto de idéias foi uma nova mentalidade que influenciou grande parte da sociedade da época, de modo particular os intelectuais, a burguesia e mesmo alguns nobres e reis.

Os iluministas eram aqueles que em tudo se deixavam guiar pelas luzes da razão e que escreviam e agiam para dar sua contribuição ao progresso intelectual, social e moral e para criticar toda forma de autoritarismo, fosse ela de ordem política, religiosa ou moral.

Esse modo de pensar e de agir difundiu-se em muitos países da Europa, no século XVIII. Suas primeiras manifestações ocorreram, na Inglaterra e na Holanda, com a contribuição do pensamento de Descartes, Newton, Spinoza e Locke. Mas foi na França que o Iluminismo tornou-se um movimento especialmente forte, onde a crise do governo

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