Fichamento "o mal-estar na civilização"

Páginas: 13 (3216 palavras) Publicado: 2 de outubro de 2012
Fichamento de Filosofia:
O MAL-ESTAR NA CIVILIZAÇÃO
Sigmund Freud

Fichamento de Filosofia:
O MAL-ESTAR NA CIVILIZAÇÃO
Sigmund Freud

Colégio da Polícia Militar
Data: 29/09//12
Aluno: Matheus Queiroz dos Santos
Série/Turma: 3º B
Prof.: Moreira
CAPÍTULO I
* Contudo, devido não só às discrepâncias existentes entre os pensamentos das pessoas e as suas ações, como também àdiversidade de seus impulsos plenos de desejo, as coisas provavelmente não são tão simples assim.
* No auge do sentimento de amor, a fronteira entre ego e objeto ameaça desaparecer. Contra todas as provas de seus sentidos, um homem que se ache enamorado declara que ‘eu’ e ‘tu’ são um só, e está preparado para se conduzir como se isso constituísse um fato.
* Há casos em que partes do próprio corpo deuma pessoa, inclusive partes de sua própria vida mental – suas percepções, pensamentos e sentimentos –, lhe parecem estranhas e como não pertencentes a seu ego; há outros casos em que a pessoa atribui ao mundo externo coisas que claramente se originam em seu próprio ego e que por este deveriam ser reconhecidas.
* Uma reflexão mais apurada nos diz que o sentimento do ego do adulto não pode tersido o mesmo desde o início.
* Uma criança recém-nascida ainda não distingue o seu ego do mundo externo como fonte das sensações que fluem sobre ela certas fontes de excitação, que posteriormente identificará como sendo os seus próprios órgãos corporais, poderem provê-la de sensações a qualquer momento, ao passo que, de tempos em tempos, outras fontes lhe fogem – entre as quais se destaca amais desejada de todas, o seio da mãe –, só reaparecendo como resultado de seus gritos de socorro. Desse modo, pela primeira vez, o ego é contrastado por um ‘objeto’, sob a forma de algo que existe ‘exteriormente’ e que só é forçado a surgir através de uma ação especial.
* Contra sensações de desprazer que realmente sentimos ou pelas quais somos ameaçados. A fim de desviar certas excitaçõesdesagradáveis que surgem do interior, o ego não pode utilizar senão os métodos que utiliza contra o desprazer oriundo do exterior, e este é o ponto de partida de importantes distúrbios patológicos.Desse modo, então, o ego se separa do mundo externo.
* Na vida mental, nada do que uma vez se formou pode perecer – o de que tudo é, de alguma maneira, preservado e que, em circunstâncias apropriadas(quando, por exemplo, a regressão volta suficientemente atrás), pode ser trazido de novo à luz.
* sentimento só poderá ser fonte de energia se ele próprio for expressão de uma necessidade intensa.
* através das práticas de ioga, pelo afastamento do mundo, pela fixação da atenção nas funções corporais e por métodos peculiares de respiração, uma pessoa pode de fato evocar em si mesma novassensações e cenestesias, consideradas estas como regressões a estados primordiais da mente que há muito tempo foram recobertos.

CAPÍTULO II
* religião – o sistema de doutrinas e promessas que, por um lado, lhe explicam os enigmas deste mundo com perfeição invejável, e que, por outro, lhe garantem que uma Providência cuidadosa velará por sua vida e o compensará, numa existência futura, dequaisquer frustrações que tenha experimentado aqui. O homem comum só pode imaginar essa Providência sob a figura de um pai ilimitadamente engrandecido.
* A vida, tal como a encontramos, é árdua demais para nós; proporciona-nos muitos sofrimentos, decepções e tarefas impossíveis. A fim de suportá-la, não podemos dispensar as medidas paliativas. ‘Não podemos passar sem construções auxiliares’,diz-nos Theodor Fontane. Existem talvez três medidas desse tipo: derivativos poderosos, que nos fazem extrair luz de nossa desgraça; satisfações substitutivas, que a diminuem; e substâncias tóxicas, que nos tornam insensíveis a ela. Algo desse tipo é indispensável.
* só a religião é capaz de resolver a questão do propósito da vida. Dificilmente incorreremos em erro ao concluirmos que a idéia de a...
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