Fichamento filosofia da educação de maria lucia de arruda aranha, capitulo 6

Páginas: 7 (1532 palavras) Publicado: 7 de abril de 2013
CAPÍTULO 6

Educação Informal

A educação informal, realizada na família, como primeiro e privilegiado espaço de transmissão da cultura [...] (p.93).

Em boa parte desse processo informal de aprendizagem não se percebe claramente o que estamos “aprendendo”. (p.94).

Variam também os modos de transmissão dos comportamentos. Além da imitação, ás vezes os modelos são impostos por meio desanções familiares ou pela legislação; podem resultar de pressão psicológica [...] ( p.94).

[...] essas influências podem ser eventualmente deliberadas, mas com frequência são acidentais. Deliberadas quando transparece a intenção de modelar determinado tipo de comportamento [...] (p.94).

Por isso a educação informal caracteriza-se por não ser intencional ou organizada, mas casual e empírica,exercida a partir das vivências, de modo espontâneo.[...] (p.94).

Educação não-formal

Na educação não-formal os modelos de aprendizagem não se confundem com a educação formal, que é oficial e deve cumprir exigências legais, mas dela se aproximam pela intenção explícita de educar, muitas vezes usando recursos metodológicos para sua realização (p.94).

[...] “um dos supostos básicos daeducação não-formal é o de que a aprendizagem se dá por meio da prática social. É a experiência das pessoas em trabalhos coletivos que gera um aprendizado (p.95).

A maior importância da educação não-formal está na possibilidade de criação de novos conhecimentos, ou seja, a criatividade humana passa pela educação não-formal.[...] (p.95).

Família e infância

Discutir a questão dainfância e da família no campo da pedagogia constitui tarefa importante para evitar o recurso a padrões rígidos que pensam a educação a partir de um modelo universal e atemporal de infância e de família. (p.95)

[...] Justamente devido a essa influência múltipla é que as teorias pedagógicas precisam examinar que tipo de educação queremos oferecer e se ela está a serviço da humanização ou do simplesconformismo ao status quo. (p.95)

O interesse pelo tema da família e da infância e suas transformações é relativamente recente.(p.95).

A família e a socialização das crianças

A família é uma instância importante no processo de socialização, bem como no desenvolvimento da subjetividade autônoma, ensinando informalmente o que as crianças devem fazer, dizer ou pensar. [...] (p.96).

Aeducação dada pela família fornece o “solo” a partir do qual o indivíduo pode agir até para, em última instância, rebelar-se contra os valores recebidos: contra esses valores, mas sempre a partir deles (p.96).

[...] O ser humano está sempre tensionado entre os limites da individualidade e da sociabilidade, dois pólos contraditórios e, no entanto, indissoluvelmente ligados (p.96)

Conceitohistórico de família e de infância

As relações das crianças na sociedade, intermediadas pela família, são um fenômeno mutável no tempo [...] (p.97).

Nas comunidades tribais, por não existir propriedade privada e as atividades econômicas se desenvolverem em comum, compõe-se a família extensa, constituída pelo patriarca, sua esposa, seus filhos com suas mulheres e filhos. [...] (p.97).

Na Gréciae na Roma antigas, a família também se mantinha extensa, formada pelo chefe, que presidia o culto religioso doméstico, pela mulher, pelos filhos, suas esposas e filhos, além dos escravos e agregados (p.97).

Nas sociedades em que a família é extensa e se fecha no culto a seus deuses e na produção auto-suficiente para a sobrevivência, suas funções são inúmeras: não só a reprodução fisiológica,mas também a preservação dos costumes e valores [..] (p.97)

Na idade Média ainda prevalecia o conceito de família extensa [...] (p.98).

A esse respeito persiste atualmente um debate segundo o qual, na Idade Média, já coexistiriam o modelo da família extensa e vários outros modelos, o que variava de acordo com o tipo de atividade da família, posição social e até a localização geográfica....
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