Fichamento do livro Serviço Social em tempo de capital fetiche. Marilda Villela Iamamoto.

Páginas: 36 (8971 palavras) Publicado: 16 de setembro de 2015

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ – UECE
CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS APLICADOS – CESA
CURSO DE SERVIÇO SOCIAL BACH/NOTURNO
DISCIPLINA: FUNDAMENTOS H.T.M.S.S III
PROFESSORA: ERLENIA SOBRAL










FICHAMENTO DO LIVRO:
Serviço Social em tempo de capital fetiche.
Marilda Villela Iamamoto.











Aluna:
Lizandra Medeiros das Chagas



Fortaleza
Setembro de 2015

CAPÍTULO I- Asociabilidade na órbita do capital: a invisibilidade do trabalho e radicalização da alienação.
“Na sociedade burguesa, quanto mais se desenvolve a produção capitalista, mais as relações sociais de produção se alienam dos próprios homens, confrontando-os como potencias externas que os dominam”. (p.48).
“O pensamento fetichista transforma as relações sociais, baseadas nos elementos materiais dariqueza, em atributos de coisas sociais (mercadorias) e converte a própria relação de produção em uma coisa (dinheiro).” (p.48).
“O capital como sujeito não-antropomórfico, no seu processo de acumulação, depende de uma série de metamorfoses (capital-dinheiro, capital-produtivo e capital-mercadoria, cuja necessidade não depende da escolha dos homens, mas da lei do valor e da valorização.” (p.52).
“Ocapital, em seu movimento de valorização, produz a sua invisibilidade do trabalho e a banalização do humano, condizente com a indiferença ente a esfera das necessidades sociais e dos valores de uso.” (p.53).
“[...] redução da análise do trabalho na sociedade capitalista ao trabalho concreto, de qualidade determinada e, consequentemente, ao processo técnico-material de trabalho, voltado à produção devalores de uso que responde a necessidades sociais determinadas. O trabalho é esvaziado da historicidade que assume na sociedade burguesa, enquanto trabalho abstrato, indissociável dos dilemas da alienação e das lutas pela sua superação no processo social concreto.” (p.54).
“[...] nessa sociedade, a mercadoria é o caráter predominante e determinante do produto: o caráter do produto como mercadoria ea mercadoria como produto do capital.” (p.58).
[...] a mais valia é a finalidade direta e o móvel determinante da produção. O capital produz essencialmente capital e só o faz na medida e que produz mais-valia. (p.58).
“Nem toda forma de divisão do trabalho social confere ao trabalho a forma de valor: é na sociedade mercantil que a distribuição do trabalho não é regulada diretamente pelasociedade, mas indiretamente pelo mercado através da troca de coisas.” (p.60).
“O dinheiro e a mercadoria são formas elementares de capital e o ponto de partida necessário do processo imediato de produção de mercadorias, patamar indispensável para a sua transformação em capital, que supõe uma relação de compra e venda estabelecida entre os capitalistas e a força de trabalho.” (p.63).
“[...] apenas comopersonificação do capital, o capitalista é uma potência respeitável (Marx, 1980ª) à medida que força, sem qualquer escrúpulo, a humanidade à produção pela produção [...].” (p.64).
“O produto da produção capitalista não é só a mais-valia – fruto de um tempo de trabalho não pago, apropriado sem equivalente pelo proprietário dos melos de produção -, mas é o próprio capital como relação social, queproduz e reproduz em nível ampliado.” (p.66)
“ A cooperação, a divisão do trabalho, as aplicações da ciência na produção, os produtos do trabalho, a maquinaria atuam como meios de exploração do trabalho – isto é, de apropriação de trabalho excedente -, como forças inerentes ao capital e enfrentam o trabalhador como coisas que lhe são alheias e que o dominam. Essa relação é a personificação de coisas ea coisificação de pessoas. Essa inversão é o que distingue a forma de produção capitalista das anteriores e caracteriza o capital como relação social.” (p.68).
“O ponto de vista da economia burguesa considera histórias as relações de distribuição e não as relações de produção, que são naturalizadas. A base desta confusão é a identificação do processo social de produção com um processo de...
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