Fichamento do artigo ablação química de hematoma etmoidal com abordagem auxiliar por sinusostomia frontal – relato de caso

573 palavras 3 páginas
ASSUNTO: Anatomia Veterinária II | REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: NOGUEIRA, Geison Morel et al. Ablação química de hematoma etmoidal com abordagem auxiliar por sinusostomia frontal – relato de caso. Revista Portuguesa de Ciências Veterinárias, Lisboa, v. 102, p.365-368, dez. 2007. Trimestral. | RESUMO: Este relato descreve um equino de hipismo, que apresentava secreção nasal serossanguinolenta unilateral, odor fétido nas narinas e respiração rouca e difícil, evidente ao exercício. À percussão evidenciou-se som maciço na região do seio paranasal frontal direito. Fez-se então um exame endoscópico, que revelou uma neoformação encapsulada. Na ocasião, foi coletado fragmento para exame histopatológico, que evidenciou cápsula de tecido fibroso e epitélio respiratório, com estroma formado por rede vascular, macrófagos e células gigantes.Dentre as causas deste quadro o mais provável é o hematoma etmoidal, uma rara formação não neoplásica e com origem desconhecida. Tem caráter progressivo e destrutivo, composto de sangue e tecido fibroso, encapsulado por epitélio respiratório normal. Pode ser causado por lesões nos seios paranasais. Além da epistaxe, normalmente espontânea, observa-se ainda balançar de cabeça, odor fétido nas narinas, respiração estertorosa, tosse e sangramento na região posterior do olho. Instituiu-se, como tratamento, a extração química através da administração intralesional de solução de formaldeído 4%, a cada quinze dias, variando o volume entre 60 e 100 mL, totalizando dez aplicações. Tal procedimento foi realizado com o animal sem contenção química. Adicionalmente, foi feito sinusostomia no seio paranasal frontal para viabilizar a ablação química nessa outra região, dessa vez com animal sedado.O animal foi mantido em repouso durante todo o tratamento, sendo este finalizado apenas com a remissão total do hematoma etmoidal. Foi realizado monitoramento endoscópico e radiológico por três meses para, logo após, permitir o retorno às atividades atléticas.A

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