FICHAMENTO ANA CRISTINA 2

Páginas: 5 (1171 palavras) Publicado: 19 de setembro de 2015
FIS-FACULDADE DE INTEGRAÇÃO DO SERTÃO
ECONÔMIA– FICHAMENTO–INFLAÇÃO, MOEDA E BANCOS EM PIERO SRAFFA.
PROFESSORA: ANA CRISTINA

PALAVRAS-CHAVE: inflação, monetária , guerra, bancaria, moeda, emissão , dinheiro, comércio , Banco, créditos , Papel-moeda, mercadorias ejustiça .

FONTE: Professor José Walter Martinez - Instituto de Economia – Unicamp.

RESUMO: O texto inicia mostrando o primeirotrabalho produzido por Piero Sraffa “A inflação monetária na Itália durante e depois da guerra”. Trabalho esse dividido em cinco etapas, A expansão da circulação monetária, A inflação bancaria, Efeitos da inflação sobre os preços, Métodos empregados para o retorno à moeda estável, Os remédios mais idôneos para tornar sadia a circulação italiana na situação atual. Nesse contexto e mostrado cada umadas etapas detalhadas pelo autor. A principio o autor explica a expansão monetária. Sraffa se preocupa em determinar quais as razoes que se aplicam ao aumento da circulação monetária na Itália. As primeiras emissões de moeda foram realizadas para algumas instituições de credito que apresentavam dificuldades, superada essas dificuldades o montante adicional de moeda deveria, segundo Sraffa, ter sidoretirado de circulação. A dificuldade passa a ser então, identificar quais razoes e porque isso ocorreu.
Surge então, a emissão de dinheiro, que foi utilizada pelo estado para a aquisição de cereais e outros produtos, perdendo, definitivamente, o seu caráter de transitoriedade. A circulação de dinheiro atravez da emissão segundo Sraffa, constituíam simplesmente ‘’empréstimos feitos pelosinstitutos de emissão ao estado’’ implicando num aumento da ‘’Circulaçâo sem ao menos aparência de uma maior solicitação de dinheiro por parte do publico. Surge um aumento da circulação da moeda por conta do comércio . Sraffa baseado em estudos realizados por STRINGHER, apontar resumidamente três pontos . o primeiro foi a principal causa do aumento da moeda da circulação “somas substanciais de recursosreferentes a operações feitas pelo banco, para suprir as necessidades benéficas’’. O segundo ponto foi a causa da crescente diferença entre as operações ativas (descontos) e as operações passivas (debito a vista e deposito entre conta corrente). Essa diferença não poderia ser coberta a não ser com novas emissões de moeda. ‘’o excedente ativo apontado, que provocou, como contrapartida necessária, oaumento da circulação por conta do comercio,foi devida, também ele, inteiramente ao endividamento do estado. A terceira foi a repercussão das operações de credito, sobre os movimentos dos bancos provocou ,também ela, um aumento da circulação, dado que os bancos para poderem oferecer as disponibilidades necessárias as concessões de antcipaçoes destinadas a favorecer as subscrições ao VI empréstimoforam obrigados a redescontar junto aos institutos de emissão uma parte do seu produto.
Sobre a inflação bancaria o autor explica que Para os bancos, o aumento dos créditos com uma base insuficiente de papel moeda não se constituía em obstáculo, dada a grande abundância de recursos, durante a Guerra, pela falta de investimentos no comércio e na indústria. Ao contrário, o grande devedor dos Bancospassa a ser o Estado. As suas emissões de papel moeda produzem, a princípio, grande abundância de dinheiro que, aos poucos, vai diminuindo à medida em que a nova moeda preenche, com o aumento dos preços, todos os canais da circulação. Antes de ocorrer, porém, uma nova escassez de dinheiro é feita uma nova emissão que reconduz a uma nova abundância de dinheiro. Nesse sentido, os Bancos acabarampor aumentar significativamente, no seu portfólio, as aplicações em Bônus do Tesouro, dado que, em caso de necessidade, poderiam recorrer aos Institutos de Emissão.
No que diz respeito aos efeitos da inflação sobre os preços Sraffa busca identificar, do ponto de vista temporal, os efeitos do aumento da circulação monetária e do crédito sobre o aumento dos preços das mercadorias. Ele afirma que...
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