Fichameno O Príncipe

Páginas: 17 (4030 palavras) Publicado: 22 de outubro de 2013











“O Príncipe”








Beatriz Ramos Agarie – 20476501
Faculdade Anhembi Morumbi
Relações Internacionais
Ciência Política
Prof. Maurício Homma




Introdução

Seus relatos no livro “O Príncipe”, baseados em anos de observação e vivência, mostram o quanto era cético em relação ao ser humano; acreditava que a violência era mais eficaz para quemquisesse manter-se no poder, já que considerava tudo válido para tal finalidade. Também pensava que para entender a figura representante do poder, no caso, o Príncipe, era necessário ser do povo, e, para entender o povo, necessitava ser Príncipe; ele, no caso, se enquadrava no povo, pois entendia a natureza do Príncipe, sabia os pontos fortes e fracos, como utilizá-los para se manter no poder e o quemais poderia ser feito para isso.


O PRÍNCIPE

(pág. 5) De Nicolau Maquiavel
para o Magnífico Lourenço de Médicis.

Maquiavel inicia seus relatos, dedicando a obra à Lourenço de Médicis. Demonstra muita humildade e tenta conquistar a empatia do mesmo.

(pág.7) I
Quantos são os tipos de principados e comoconquistá-los.

Todos os Estados ou governos são repúblicas ou principados. E estes podem ser hereditários ou novos, isto é, conquistados ou anexados a outro Estado por herança. Sua posse ocorre através do uso de armas e tropas (próprias ou não do futuro Príncipe), ou graças a sua qualidade pessoal (virtù) ou condição (fortuna).


(pág.8) IIDos principados hereditários

Maquiavel optou por não falar sobre a República, e se concentrar nos principados.
Ele afirma que a dificuldade em manter os Estados hereditários é muito menor, para isso, basta o novo príncipe seguir ordem e os passos dos ancestrais. Se for sábio e hábil, conseguirá manter-se indefinidamente no poder, a menos que seja privado do mesmo.



(pág.9)III
Dos principados mistos

Fazem parte de um principado maior (principados anexados a um Estado hereditário) e suas dificuldades, as mesmas dos principados novos, se devem ao fato das alternâncias em seu governo, já que o povo, acreditando em melhorias, facilmente substitui o seu governante.
Por isso, acaba sendo necessário demonstraro seu poder a todos os outros. E é importante saber que terá como inimigos todos os que de algum modo prejudicou ao ocupar o principado, e também os que te ajudaram a conquistar o seu posto, já que não poderá recompensá-los do modo que esperavam e sua gratidão te impedirá de utilizar-se de remédios mais fortes contra eles.
Mesmo tendo um exército poderoso, sempre necessitará do apoio dopovo para entrar em outras províncias. Quando estes Estados conquistados e anexados possuem a mesma origem e a mesma língua, fica muito mais fácil conservá-los, sobretudo se não estiverem acostumados a viver livremente. Bastando apenas extinguir a linhagem que o dominava, e manter os seus antigos privilégios e não alterar os seus costumes, leis e impostos, a princípio.
Mas quando seconquista um Estado de uma nação de língua, costumes e governo diferentes, surgem dificuldades e deve-se contar com muita sorte (fortuna) e talento. Uma das medidas mais eficazes seria o Príncipe morar nas terras conquistas, o que já ajudaria a prevenir e/ou dar uma resposta rápida para possíveis desordens, além de tornar remotas as chances de fazer as chances de perdê-lo tornarem-se remotas.

“Assimacontece com a vida de um Estado: conhecendo com antecedência (o que não é dado senão a um Príncipe prudente) os males que nascem em seu interior, estes são sanados sem tardança; mas quando, por não haverem sido reconhecidos a tempo, negligencia-se o seu crescimento até o ponto em que qualquer um possa percebê-los, contra eles não há mais remédio.” (p.15)

(p.12) Outra medida seria...
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