Ficha de leitura Até que ponto nos comunicamos?

Páginas: 9 (2120 palavras) Publicado: 1 de outubro de 2014




Ficha de Leitura


“Até que ponto, de fato, nos comunicamos?”
Ciro Marcondes Filho







Teorias da Comunicação – Turma A
Profº Alexandre Rocha da Silva

Gabriela Trezzi
218617
Página(s)
Trecho
7
“’Não dá pra não comunicar.’ Viver é estar comunicando, emitindo sinais, demonstrando participar do mundo.”
8
“Em verdade, a sociedade da comunicação é uma sociedade emque a comunicação real vai ficando cada vez mais rara, remota, difícil e vive-se na ilusão da comunicação, na encenação de uma comunicação que, de fato, jamais se realiza em plenitude”
10
(a intenção desse livro é defender a tese de que) “não nos comunicamos ou de que nos comunicamos, em verdade, muito pouco e em raras ocasiões”
10
“a comunicação é uma farsa, um equívoco, um jogo que maisilude do que realiza aquilo a que se pretende”
12
“o amor evidencia o desespero da incomunicabilidade e, quando a dualidade se transforma em unidade, quando o outro não está em outro lugar a não ser aqui onde estou, quando ele não excede mais minha compreensão, então não há mais comunicação no amor.”
15
“Comunicação é antes um processo, um acontecimento, um encontro feliz, o momento mágico entreduas intencionalidades, que se produz no ‘atrito dos corpos’; ela vem da criação de um ambiente comum em que os dois lados participam e extraem de sua participação algo novo, inesperado, que não estava em nenhum deles, e que altera o estatuto anterior de ambos, apesar de as diferenças individuais se manterem.”
16
“Comunicação tampouco é instrumento, mas, acima de tudo, uma relação entre mim e ooutro ou os demais. Por isso, ela não se reduz à linguagem, menos ainda à linguagem estruturada e codificada numa língua.”
19
“(1) não há critério absoluto para determinar o ser e o não-ser, o verdadeiro e o falso; o único critério é o próprio homem: “tal como cada coisa aparece para mim, tal ela é para mim” (Protágoras); (2) o ser não existe, se existisse não poderia ser conhecido, se o fossenão seria comunicável (Górgias); (3) a verdade é o que está de acordo com a natureza, e a opinião é aquilo que concorda com a lei positiva; a primeira é a base da ética e do igualitarismo, e segunda, das discriminações entre os homens (Hípias, Antifonte).”
20-21
“No epicurismo, o homem, com suas emoções e dores, toma o lugar do cidadão, atuante na esfera da política e da vida civil. Ele temsensações e opiniões. As primeiras são sempre verdadeiras, surgem do impacto de fluxos provenientes dos objetos sobre nossos sentidos, que são, em princípio, passivos. As sensações criam imagens que podem adaptar-se a objetos semelhantes e, assim, antecipar a característica das coisas antes que elas aconteçam, ou representá-las quando elas não estão lá; já as segundas não são “evidências imediatas”,mas produto do raciocínio, portanto, passíveis de erro. (Epicuro).”
24-25
“Unívoco, é um ser ainda como ‘recipiente’, sem que nada lhe tenha sido acrescentado. Homem e Deus são unívocos, mas a diferença é que o modo de um é finito, do outro, infinito. (...) Revaloriza-se, assim, o conceito de pessoa, que não pode ser subordinada ao universal da espécie, pois sua unicidade não é apenas ‘parte deum todo’, mas um todo”.
25
“O nominalismo, que surge daí, será base para as ciências modernas. Segundo ele, o mundo não é uno, é contingente e se constitui por um ‘conjunto de indivíduos’, exigindo, então, múltiplas hipóteses explicativas.”
29
“Suas regras do método para se chegar à verdade prescreviam, antes de
mais nada, destruir as certezas provisórias, e a dúvida radical ordenava, para quese chegasse ao sujeito e à sua liberdade, que se pusesse abaixo todo o conhecimento adquirido. Mas isso o faz pressentir que tudo começa a trepidar: a realidade do mundo externo é duvidosa, nossos sentidos nos enganam, ‘e o único de que ainda tenho certeza é que estou pensando nesse
momento’. [...] Duvidar é a única prova de sua existência [do homem]: duvido, logo existo; mesmo sendo enganado,...
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