Feminismo em cada país asiático

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Afeganistão – Em Cabul, capital do Afeganistão, as mulheres não podem trabalhar fora, estudar, andar de táxi sem um homem do lado. São obrigadas a usar a burka (manto que as cobre dos pés à cabeça), não podem ser consultadas por médicos, dar gargalhadas, usar sapatos altos e maquiagens, e pintar as unhas. Para controlá-las, homens que pertenciam ao Talibã, percorriam a cidade. Se forem pegas traindo o marido são condenadas a chibatadas ou à a morte, que acontece num estádio de futebol, como uma diversão para a população. O Talibã (que significa mestre) teve sua origem em seminários alcoranistas fundamentalistas no Paquistão e no Sul do Afeganistão, sendo um retorno às antigas regras criadas em 1967. Naquela época acreditava-se que as mulheres eram fonte de tentação, corrupção e guerras. Em 2001 o Talibã retirou-se do Afeganistão, mas muitas mulheres ainda continuam com medo da polícia religiosa e ainda não adotaram normas ocidentais.

Arábia Saudita – As mulheres são proibidas de dirigir automóvel, sentar-se sozinhas num restaurante ou viajar sem o marido. Seu testemunho vale a metade do de um homem e o marido tem permissão para bater na esposa. A mutilação foi banida pelo governo, mas ainda é praticada. Essa situação de inferioridade da mulher acontece por causa de costumes antigos e da religião, inspirada no Corão

China – Para controlar a população de 1,2 bilhão de habitantes, o governo chinês adotou a política do filho único por casal. E toda mulher em idade fértil ou que já e mãe tem de colocar DIU (dispositivo anticoncepcional que é inserido no útero, por um médico), ou tem as trompas ligadas. E por não transmitir o nome da família, meninas nascidas na China são abandonadas nos orfanatos ou na rua, onde morrem de fome. Para evitar a matança, em 1994 o governo proibiu o uso de ultrassonografias para determinar o sexo do feto. O tráfico de mulheres é comum, apesar de ser proibido desde 1949. Por causa do dote muito caro, os homens costumam comprar

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