Faça um pequeno apanhado sobre as seguintes personagens do Filme: Papa Leão x, João Tetzel, Príncipe Frederico, Imperador Carlos V, Catarina de Bora e Lutero.

Páginas: 6 (1378 palavras) Publicado: 9 de abril de 2014
1- Nome e idade.
Desirée Seadi Torriani faço 43 em junho, próximo.

2- Onde mora e onde nasceu?
Pelotas, Rio Grande do Sul.

3- Como a Fonoaudiologia entrou na sua vida?
Minha Mãe era Vice-diretora em uma grande escola Estadual em Porto Alegre. Nesta escola havia uma sala de atendimento especializado, chamada Sala de Leitura, e a profissional que lá trabalhava era uma Fonoaudióloga. Masna verdade sua formação inicial era pedagogia, após ela fez psicologia, e alguns cursos, especializações, entre outros nas áreas da linguagem, fala, dificuldades de aprendizagem. Quando a profissão foi reconhecida ela entrou com um processo no Conselho Federal de Fonoaudiologia requerendo a sua inscrição com base em sua experiência na Fonoaudiologia, e nas formações que fez. E nesta Sala de Leituraela trabalhava com os alunos daquela escola que tivessem dificuldades de aprendizagem, fala, linguagem, entre outros. Minha Mãe achava o trabalho dela muito interessante, e me falava a respeito. Isto era mais ou menos entre 1980/1985. Pensei que poderia fazer esta faculdade, mas na época, no RGS só havia faculdade em Santa Maria. Depois pensei que estava influenciada por minha Mãe e não quismais. Até que quando, finalmente chegou a época de prestar vestibular, fui à casa de uma amiga de minha Mãe. Ela tinha/tem um filho com Síndrome de Down. E conversando com ele pensei: “É com pessoas como ele que quero trabalhar...”. Então a Fonoaudiologia entrou na minha vida!

4- Onde estudou?
Fiz faculdade no extinto IMEC – Instituto Metodista de Educação e Cultura, hoje é o IPA. Fiz a faculdadeentre Julho/1990 à Dezembro/1994. A solenidade de formatura foi em Janeiro de 1995.

5- Tem mais alguma formação além da Fonoaudiologia?
Fiz Especialização em Psicopedagogia na UNISC em 1998 a 1999.

6- Como foi o inicio da faculdade para você?
Foi com muita expectativa e temor. Expectativa por não saber exatamente o que eu iria estudar e aprender, pois não havia tanta informação disponívelna época, como há hoje em dia. A cada semestre descobríamos as cadeiras que teríamos. E o temor, pois o curso estava em implantação. Minha turma era a segunda a ser aprovada no vestibular, em outras palavras éramos cobaias... Todo semestre era uma incógnita, se teriam todos os professores necessários, se os laboratórios estariam prontos, e quanto mais perto da formatura, se teríamos os diplomas.Mas tudo acabou bem, o curso foi reconhecido, meses antes de minha formatura. Assim a primeira turma só recebeu os seus diplomas quando a minha turma recebeu os nossos. Elas esperaram um ano e meio para serem profissionais...

7- Qual foi seu primeiro trabalho na área e como foi?
Formei-me no dia 13 de janeiro de 1995, e no dia 16 comecei a trabalhar na APAE de Taquari. Precisei “desbravar” aárea, pois na cidade nunca havia tido uma Fonoaudióloga. A maioria das pessoas não tinha ideia quais eram as áreas de atuação de uma Fonoaudióloga, de que maneira se poderia trabalhar com crianças, jovens, adultos e idosos. Até mesmo os médicos precisei visitar para esclarecer quando eles poderiam encaminhar os pacientes. Assim na APAE trabalhei com linguagem, fala, audição (terapia) e motricidadeoral. No consultório comecei a trabalhar nas mesmas áreas e mais em voz e dificuldades de aprendizagem.

8- Em que lugares já trabalhou?
APAE de Taquari, APAE de Bom Retiro de Sul, Prefeitura Municipal de Taquari, Prefeitura Municipal de Teutônia, em meu consultório particular que a partir de 2011 o constituí em Clínica de Fonoaudiologia.

9- Alguma experiência que tenha lhe marcado?
Há poucosanos tive um paciente diagnosticado com TEA (Transtorno do Espectro Autista) que já estava com 4a6m. E um desejo de sua Mãe é que ele a chamasse de Mãe. E na primeira sessão dele comigo, ele não tolerou ficar sozinho no atendimento. Foi para porta, batia e mexia na maçaneta. E eu repetia os gestos dele e dizia: “Pede, chama, Mamãe!” Fiz várias vezes, com isso ele cada vez se desorganizava...
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