exame físico da criança, pre escolar escolar e adolescente

Páginas: 17 (4233 palavras) Publicado: 27 de setembro de 2014





EXAME FISÍCO DA CRIANÇA, PRÉ ESCOLAR, ESCOLAR E ADOLESCENTE


















BAURU/2014
SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO
2. ABORDAGEM
3. EXAME GERAL
3.1. IMPRESSÃO GERAL
3.2. ATITUDE
3.3. FÁCIES
3.4. ESTADO NUTRITIVO
4. SINAIS VITAIS
4.1. TEMPERATURA
4.2. FREQUÊNCIA DE PULSO
4.3. FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIA
4.4.PRESSÃO ARTERIAL
5. AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA
5.1.PESO
5.2. ALTURA
5.3. CIRCUNFERÊNCIA CRANIANA
6. PELE E MUCOSAS
7. TECIDO SUBCUTÂNEO
8. MUCOSAS
9. FÂNEROS
10. CABEÇA
10.1. CONFORMAÇÃO GERAL E TAMANHO
10.2. FONTANELAS
10.3 OLHOS
10.3.1. EXAME FÍSICO GERAL
10.3.2. AVALIAÇÃO DA VISÃO
10.4. OUVIDOS
10.4.1. EXAME FÍSICO GERAL
10.4.2. AVALIAÇÃO DA ACUIDADE AUDITIVA
10.4.3. EXAME DO OUVIDO
10.5. NARIZ
10.6. BOCA E FARINGE
11.PESCOÇO
11.1. LINFONODOS
11.2. RIGIDEZ DE NUCA
12. TÓRAX
12.1. GERAL
12.2. PULMÃO
12.3. CORAÇÃO
13. ABDÔMEN
14. GENITÁLIA E RETO
15. EXTREMIDADES
15.1. GERAL
15.2. PULSOS
15.3. ARTICULAÇÕES
15.4. MÃOS E PÉS
16. COLUNA VERTEBRAL
17. EXAME NEUROLÓGICO
17.1. FUNÇÃO CEREBRAL
17.2. NERVOS CRANIANOS
17.3. FUNÇÃO CEREBELAR
17.4. SISTEMA MOTOR
17.5. REFLEXOS
18. AVALIAÇÃOPSIQUIÁTRICA BÁSICA

























1. INTRODUÇÃO
O exame físico pediátrico, sendo o primeiro contato mais íntimo do médico com a criança, é decisivo no relacionamento entre eles e condiciona a qualidade e quantidade dos achados, a adesão e atitude da criança nas consultas subseqüentes e o relacionamento pais-pediatra. Logo, a maneira pela qual se examina uma criança éfundamental, sendo importante demonstrar carinho, delicadeza e muita paciência, sem deixar de lado a energia e a firmeza tantas vezes necessárias.
Sempre deve ser levado em conta que a criança apresenta-se em evolução contínua; quem a examina precisa estar familiarizado com os padrões normais e anormais de crescimento e desenvolvimento.
Outro aspecto fundamental do exame físico pediátrico é apredominância dos sinais gerais sobre os regionais, determinada pela maior sinergia entre os órgãos da criança, que dificulta a ocorrência de manifestações exclusivas de um órgão, embora a lesão determinante o seja. Além disso, existe a dificuldade prática de enfoque dos fenômenos regionais, devido principalmente às características próprias da criança, tais como menor tamanho e rebeldia aomanuseio.

2. ABORDAGEM
2.1. LACTENTE:
O exame deve ser feito em um ambiente com temperatura agradável, com a criança completamente despida. Pode ser iniciado com a criança no colo da mãe, vestida e dormindo, realizando-se primeiro aqueles procedimentos que o choro pode prejudicar mais, tais como a ausculta pulmonar e cardíaca. A seguir, remove-se as roupas gradativamente. Os procedimentosdesagradáveis ou os mais temidos em particular por cada criança (exame da orofaringe, otoscopia, remoção de toda a roupa) são deixados para o final.
Nesta faixa etária pode ser importante a distração do bebê com brinquedos ou outros objetos tais como a lanterna ou o abaixador de língua.
É recomendável que as fraldas somente sejam retiradas no momento em que for examinada a região correspondente.2.2. PRÉ-ESCOLAR:
Esta é a faixa etária em que se encontra maior resistência à execução do exame. O maior desafio para o médico é completar o exame evitando o choro, luta física ou pais perturbados. Se esse alvo é alcançado, há uma grande satisfação para todos: criança, pais e médico.
Aqui, mais do que em outras idades, é importante o médico saber como "quebrar o gelo" através de uma conversaamigável, uma brincadeira, com o uso de brinquedos ou os próprios objetos de exame. É necessário avisar sobre todos os procedimentos, especialmente os desagradáveis e os dolorosos; se possível, demonstrando em si mesmo ou em algum boneco. Com as crianças mais velhas desta faixa, conversar durante o exame, evitando períodos prolongados de silêncio (a criança pode pensar que o médico está zangado)....
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