eutanásia

Páginas: 13 (3096 palavras) Publicado: 22 de junho de 2014
FURB – Universidade Regional de Blumenau
Centro de Ciências Tecnológicas

Curso: Design
Disciplina: Desafios Sociais Contemporâneos
Professor: Oklinger Mantovaneli Junior
Acadêmicos: David Gabriel dos Reis, Maria Luísa Machado, Natana Welter, Rafael Tomio, Rafaela Fiamoncini, Rafaela Gauziski.


Eutanásia:
É nosso direito escolher entre a vida e a morte?


Resumo:

A Eutanásiaé a prática da abreviação da vida, em razão, normalmente de uma doença grave e incurável de maneira controlada e assistida por um especialista.
É vista por um lado como um instrumento de alívio para aqueles pacientes onde não se tem mais o que fazer, por outro é vista como um assassinato.

O termo ‘’eutanásia’’ significa boa morte, que deriva do grego ‘’eu’’ (boa ou bom) e ‘’thanatos’’(morte). Foi criado em 1623 (SÉC XVII) pelo filósofo Francis Bacon, em uma de suas obras, mostrando o tratamento adequado de doenças incuráveis.

Platão escreveu em ‘’República’’ que a eutanásia era uma prática justificável, onde defendia a morte de idosos e doentes. Sócrates defendia a prática diante do sofrimento por causa de uma doença. Celtas matavam seus próprios pais quando chegassem em uma idadeavançada, evitando o sofrimento.

A prática é proibida no Brasil. Já na Holanda foi legalizada em abril de 2002, e na Bélgica em setembro de 2002.

Pode ser dividida em dois grupos, que são: Eutanásia ativa e Eutanásia passiva.
Esse assunto vem sendo discutido, e é motivo de muita divergência em vários seguimentos, como medicina, na fé, onde nas religiões judaico-cristãs é considerada umapratica condenável.


Palavras-chave: Morte; Sofrimento; legalização; divergência.



É do ser humano fazer escolhas, como ser racional toma decisões. O problema é quando há divergências, quando essas escolhas são influenciadas pela sociedade, pela politica e religião, pelo domínio da influência, do poder e do saber!

Quem tem o direito de escolher entre a vida e a morte? Se eu como serhumano racional sou responsável por minhas escolhas posso ser privado de escolher entre o viver e o morrer. É meu ou dos meios de influência a decisão sobre a vida?

Não é um assunto novo o domínio de nossas decisões pela sociedade, que não temos poder total de nossas escolhas, que a uma redoma de controle que nos faz pensar dentro da caixa, que por vários meios nos conduzem a decisõespré-fabricas e já pensadas!

Conceitos fundamentais: em busca de rigor

Atualmente a eutanásia é uma complicada questão de bioética e biodireito, relacionando-a a idéias como homicídio, suicídio influenciado ou genocídio, o que indica a pouca clareza e isenção para discuti-la, o que também gera posicionamentos passionais, categóricos e dogmáticos.

Retomando as origens filológicas, Littré definiu aeutanásia como boa morte, morte suave e sem sofrimento. Em termos mais contemporâneos, tratar-se-ia de uma antecipação voluntária do passamento, imbuída por um télos humanitário — sobretudo para a pessoa, mas também para a coletividade à qual pertence o moribundo — dirigido à suspensão de um sofrimento insuportável. Com base nesta colocação, pode-se estabelecer que a eutanásia seria melhor entendidacomo "o emprego ou abstenção de procedimentos que permitem apressar ou provocar o óbito de um doente incurável, a fim de livrá-lo dos extremos sofrimentos que o assaltam"

De modo que seja um pressuposto de interrupção do processo natural de morte, onde o indivíduo de doença incurável, dado um estimado tempo de vida pelo médico, livrando-o de todo sofrimento causado pela doença e tratamentosineficazes, que no caso que realmente não há mais nada a fazer a não ser esperar a morte chegar.

Atualmente, as modalidades mais úteis para classificação da eutanásia baseiam-se no ato em si e no consentimento do enfermo. Deste modo, têm-se:


A distinção quanto ao ato

(a) Eutanásia ativa — ato deliberado de provocar a morte sem sofrimento do paciente, por fins humanitários (por...
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