Escravidão no Brasil e no mundo - informações apenas

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Segundo o dicionário da língua portuguesa da Academia Brasileira de Letras, escravidão é o “sistema socioeconômico no qual um sujeito é considerado juridicamente objeto de outro, podendo este dispor livremente da pessoa escravizada”; é a “condição de escravo”, “servidão”, “cativeiro”.

A escravidão foi aceita e praticada por quase todas as cilizações antigas: babilônios, hindus, sumérios, assírios, caldeus, egípcios, hebreus, cretenses, fenícios, gregos, romanos…

Com raras exceções, os escravos não possuíam direito sobre si mesmo e podiam ser vendidos, comprados, trocados (muitas vezes por dívida) e castigados por seus proprietários.

Na antiga Esparta, os escravos (os chamados hilotas) eram propriedade do Estado. Podemos dizer que o Estado concedia o “direito de uso” dos escravos a seus cidadãos. Os espartanos eram proibidos de comprar, vender ou trocar escravos.

Em Atenas, os escravos desempenhavam diversas funções – inclusive de força policial. Eles representavam 1/3 da população e eram, em geral, ex-prisioneiros de guerra. Assim como as mulheres, os escravos estavam longe de serem considerados cidadãos – em outras palavras, não podiam participar do sistema “democrático” ateniense.

Tal como em Atenas, os escravos romanos desempanhavam as mais variadas funções. Eles eram, em geral, propriedade dos patrícios (a aristocracia romana, que detinha a propriedade da maior parte da terras). Com o tempo, as relações entre senhor e escravo sofreram diversas alterações. O Estado passou a exigir que os senhores alimentassem e vestissem bem seus escravos, proibiu os castigos corporais severos e decretou que um senhor podia dar parte de suas terras a um escravo ou libertá-lo sem nenhuma indenização.

Uma das maiores revoltas de escravos da história aconteceu por volta de 73. a. C. em Roma, liderada pelo trácio Spartacus. A rebelião moveu quase 100 mil escravos e deu muito trabalho para as forças romanas. Os revoltosos, no entanto, foram derrotados e muitos

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