Erro em Enfermagem

Páginas: 7 (1553 palavras) Publicado: 21 de outubro de 2014
FACULDADE FÁTIMA
ERRO DE ENFERMAGEM
Disciplina: Introdução a Enfermagem
Professor: Ms. Enf° Júlio César da Silva Soares
Acadêmico: Carlos Daniel Maciel de Oliveira
Caxias do Sul, 25 de setembro de 2014.
   
  Superdosagem de Adrenalina mata criança em Brasília - DF
Entenda o casoA menina Rafaela Luiza Formiga Morais, de um 1 ano e 7 meses, deu entrada no Hospital Materno Infantil deBrasília (Hmib), na Asa Sul, no último dia 20, com manchas vermelhas pelo corpo. Segundo Jane Formiga, 31 anos, mãe da criança, Rafaela estava com urticária e o quadro não era grave. A menina não apresentou febre e entrou sorrindo na unidade de saúde. Rafaela, porém, teria começado a passar mal cinco minutos após receber 3,5ml de adrenalina, recomendado pela pediatra Fernanda Sousa Cardoso a fim decontrolar a alergia. A quantidade, porém, é 10 vezes maior do que o organismo da paciente suportava, conforme especialistas. A menina apresentou complicações e teve de ser transferida para a unidade de terapia intensiva (UTI) do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), mas morreu na última quarta-feira, após cinco paradas cardíacas. A Secretaria de Saúde do DF abriu sindicância para apurar se amorte foi causada por erro médico.  
   
     
  O presidente do Coren, Wellington Antônio da Silva, informou que abriu um processo ético para apurar a responsabilidade dos profissionais.  
     
  O técnico em enfermagem do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib), responsável pela aplicação de adrenalina em Rafaela Luiza Formiga de Morais, esteve ontem no Conselho Regional de Enfermagem(COREN-DF) para prestar esclarecimentos sobre a morte da criança. A menina não resistiu após receber uma injeção intramuscular de 3,5ml do medicamento. A dosagem é considerada altíssima por especialistas.Com a condição de não ter o nome divulgado, o profissional concordou em conversar com a reportagem. Ele confirmou, por exemplo, ter questionado a pediatra Fernanda Sousa Cardoso em relação àquantidade prescrita. “Cheguei e falei para a médica assim: ‘Doutora, a senhora passou 3 ml para essa criança (Rafaela), é isso mesmo? ’ Eu levei uma ampola da adrenalina e disse que eram três iguais àquela. A doutora me respondeu que era aquilo mesmo”, revelou, com exclusividade.Ele trabalha há 10 anos como técnico em enfermagem e disse nunca ter aplicado adrenalina no músculo de paciente. Acrescentounão ter se recusado a aplicação em Rafaela por ter sido convencido de que o medicamento não faria mal à criança, após ouvir a explicação da pediatra. “Ela olhou e disse: ‘Pode fazer a medicação porque é uma aplicação intramuscular e a absorção (pelo corpo) será mais lenta’. Se fosse uma aplicação na via de conhecimento, como intravenosa, ninguém faria uma coisa dessas”, afirmou.A enfermeirasupervisora no momento do atendimento, que também não quis se identificar, informou que, na hora da medicação, estava em outro procedimento emergencial, na área de isolamento de contato. O acesso é restrito e, antes de entrar na sala, é preciso vestir equipamentos de proteção individual, como luvas e máscara. “Soube do que tinha acontecido depois que o alarme começou a tocar. Saí da área e ouvi a mãegritando do lado de fora que a filha estava passando mal por causa da medicação”, contou.Rafaela passou mal e ficou pálida cinco minutos após receber a injeção de adrenalina. O técnico em enfermagem disse ter informado a médica sobre a reação, mas ela teria pedido para aguardar um pouco mais para observar como seria a aceitação pelo corpo da menina. Segundo a equipe de enfermeiros, alguns minutosdepois, Rafaela vomitou e ficou ainda mais pálida. Nessa hora, a menina foi entubada, mas morreu três dias depois, ao dar entrada na unidade de terapia intensiva (UTI) do Hospital Regional de Santa Maria. Para a mãe da menina, Jane Formiga, 31 anos, ficou a dor, a tristeza e a revolta. “Antes de a médica ir embora, eu perguntei: Doutora, a minha filha está boa? E ela respondeu: ‘Ela não está boa,...
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