emergencia das diferenças

Páginas: 13 (3224 palavras) Publicado: 18 de agosto de 2013
A EMERGENCIAS DAS DIFERENÇAS.

FEMINISMO
SEXUALIDADE
DIFERENÇAS SEXUAIS
DIREITOS HUMANOS
CATASTROFES






A EMERGENCIAS DAS DIFERENÇAS.
Resumo

A reconstituição histórica da emergência e transformação das teorias sociológicas que buscam compreender comportamentos socialmente classificados como “desviantes”. De uma abordagem inicial comprometida com a moral hegemônica, asciências sociais progressivamente colocaram em xeque os valores que determinavam a classificação de certos comportamentos como anormais. Assim, a partir da segunda metade do século XX, o desvio dá lugar às diferenças como categoria de análise de forma a questionar os valores que servem como critérios para a invenção do Outro em nossa sociedade.



Feminismo e Discurso do Gênero na psicologia SocialResumo- Abordaremos como o discurso do gênero foi construído
pela psicologia social, isto é, como o próprio conceito e as teorias explicativas
que o envolvem foram construindo um significado que hoje está associado ao
próprio estudo do género, tendo presente a influência das diferentes teorias
feministas. O feminismo, especialmente determinadas teorias e perspectivas
contemporâneas permitiuo equacionar de sérias críticas à ciência tradicional,
moderna e positivista, críticas essas que se fazem sentir em várias disciplinas.
Apresentam-se os diferentes programas de pesquisa sobre o género na psicologia
social de influência feminista: a psicologia empiricista feminista, e o pósempiricismo
feminista que coloca em causa a própria pesquisa de diferenças
sexuais acentuando aconstrução social do género. Na psicologia social e nos
estudos sobre o género estas novas perspectivas permitem um novo
posicionamento e o pensar em novas possibilidades para a transformação de uma
disciplina “reguladora e autoritária” para uma nova forma de ação local e
contextualizada, nunca androcêntrica e universal.

INTRODUÇÃO
Houve sempre ao longo dostempos grande quantidade de discursos,
teorias, visões acerca da mulher, essencialmente associados à sua capacidade de
reprodução. Esta razão terá estado na base de todas as tentativas de compreensão e
descrição da “natureza” feminina. No entanto o feminino é desvalorizado, e já em
Platão como em Aristóteles a mulher, em relação ao homem, é vista como “um
desvio, como uma relação imperfeita”as desigualdades atuais, ao contrário do argumento frequentemente evocado pelos defensores de uma postura passiva e fatalista perante esta questão, e que
assim pretendem salientar o naturalismo e a imutabilidade das desigualdades
baseadas no sexo” .
No pensamento grego, que condicionou a cultura ocidental, o homem é o
criador da ordem e da lei, enquanto a mulher está associada ao desejo e àdesordem, um ser inferior pela sua natureza. “É sobre estas clivagens simbólicas
que se vai fundamentar a própria sociedade “, desigual, mas cuja desigualdade está baseada numa presumível diferença de naturezas, atribuindo-se à mulher qualidades negativas que a impossibilitam de participar ativamente de forma igual, na sociedade onde vive.
No entanto,“ A imagem da mulher tentadora do desejo doshomens, e o
mito da androginia produzido pela filosofia grega (a ideia de masculino e
feminino como verso e reverso do mesmo sexo, o que “normalizou o amor
homossexual) (Amâncio, 1998) vão ser profundamente alterados com o Cristianismo e o Judaísmo, religiões que representaram sempre grandes narrativas
do Ocidente, e que vieram consolidar o androcentrismo fazendo-o persistir e
radicalizar aolongo de toda a idade média.Mas, “ em oposição ao domínio das crenças, dos mitos e da irracionalidade, (típicos da pré-modernidade) o Iluminismo propõe a razão, a abstracção a teorização, o método científico e a ruptura com a natureza”, surge depois a filosofia Iluminista cujo discurso dá origem á ciência moderna.
Para os filósofos Iluministas o discurso sobre os sexos, é pacífico, porque...
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