Educaão Corporativa - Análise de empresas sob a Luz do principio da Competitividade - Natura e Volkswagen

Páginas: 23 (5682 palavras) Publicado: 3 de dezembro de 2014

FACUDADE COMUNITÁRIA DE CAMPINAS
ANHANGUERA - UNIDADE 2
GESTÃO EM RECURSOS HUMANOS




EDUCAÇÃO CORPORATIVA: Análise de empresas sob a luz do conceito de Educação Corporativa.


Ana Carolina Simões Henriques Teixeira
Elizabete Pereira de Santana
Mayara Caroline do Nascimento









CAMPINAS
2014

Ana Carolina Simões Henriques Teixeira
Elizabete Pereira de SantanaMayara Caroline do Nascimento






EDUCAÇÃO CORPORATIVA: Análise de empresas sob a luz do conceito de Educação Corporativa.



Monografia apresentada como exigência para obtenção do grau de Tecnologia em GESTÃO EM RECURSOS HUMANOS da FACUDADE COMUNITÁRIA DE CAMPINAS – ANHANGUERA UNIDADE 2.
Orientador(a): PROFESSORA ESPECIALISTA DANIELA RIBEIRO.


CAMPINAS
2014
SumárioOrigens: 4
A diferença de T&D e Educação Corporativa: 5
As Universidades Corporativas: 7
Os princípios de sucesso da Educação Corporativa: 8
Empresas e a educação corporativa sob a luz do princípio da competitividade: 9
A Volkswagen: Sua história. 9
A Volkswagen: Fatos de destaque. 10
A Natura: Sua História. 11
Natura: Fatos de destaque. 12
Análise sob o princípio da Competitividade 14Considerações Finais: 19
Referências Bibliográficas: 20
Anexos: 22
Anexo 1: FICHA ROTEIRO DO PROINTER 22















Origens:
O mundo vem sofrendo mudanças significativas e transformações diversas após a era industrial. Os produtos que eram feitos de forma artesanal, até a chegada da primeira revolução industrial (1780 – 1830), passaram a ser produzidos por máquinas a vapor e emgrande escala.
Com a eclosão da Segunda Guerra Mundial, houve a Segunda Revolução industrial (por volta de 1870) que gerou grandes avanços tecnológicos e científicos, trazendo o conceito de produção em massa conhecido como Fordismo, gerando um sistema de produção mais eficiente, com menor custo e maior produtividade. Nessa época surgiu a Teoria Clássica da Administração, onde Fayol, Taylor entreoutros pensadores da época, pregavam que a separação entre os cargos operacionais e estratégicos eram essenciais para que as organizações produzissem mais e melhor. Com base nesse pensamento, os colaboradores da área operacional das organizações eram treinados apenas para algo específico e repetitivo o qual não necessitava-se de conhecimento específico (o famoso “apertar parafusos”), enquanto acúpula era treinada para pensar e tomar decisões.
Já em 1950, com o final da Segunda Guerra, houve a Terceira fase da Revolução industrial, conhecida como revolução Tecnológica, que com a queda do muro de Berlim e ruptura dos blocos socialistas, trouxe a globalização e abertura de diversos mercados consumidores.
Com a busca incessante por novas tecnologias, e a necessidade de transmissão instantâneade informações, bem como formas de se produzir mais e com mais eficiência, fizeram as organizações se depararem com a demanda de profissionais qualificados. Com criação de novas tecnologias, houve a necessidade de se educar as pessoas para a nova realidade mundial. Apesar da educação oferecida pelo Estado, as organizações atualmente deparam-se com a questão desta não ser totalmente livre de falhase completa, e se vêm obrigadas a educar de forma corporativa seus funcionários.
De acordo com Chiavenato (2009), “a educação pode ser institucionalizada e exercida não só de modo organizado, sistemático e preestabelecido (ex.: escolas), mais também como modo difuso, desorganizado e assistemático (ex.: grupos sociais)”, elas é que preparam o ser humano para a vida profissional.

“Se no inícioda revolução industrial era requerido um trabalhador obediente e integrado que pusesse à disposição da empresa a sua força física e um mínimo de habilidades para a execução eficiente de tarefas, a chamada sociedade pós-industrial continua requerendo um trabalhador obediente, ainda que lhe exija a capacidade de pensar, criar, desenvolver iniciativa para resolver problemas e outros requisitos...
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