Eduardo davel é doutorando em administração na hec de montreal (canadá), pesquisador no centro de estudos sobre trabalho, economia e gestão da téle-université (université du québec) e bolsista do cnpq. co-organizou os

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FABIANA TAISE DOS SANTOS

ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS

BALNEÁRIO CAMBORIÚ
2012
Eduardo Davel é doutorando em Administração na HEC de Montreal (Canadá), pesquisador no Centro de Estudos sobre Trabalho, Economia e Gestão da Téle-Université (Université du Québec) e bolsista do CNPq. Co-organizou os livros: “Recursos” humanos e subjetividade (Vozes, 1996), Inovações organizacionais e relações de trabalho (Edufes, 1997) e Homo administrativus (no prelo). Desenvolve pesquisas sobre o trabalho em equipe nas empresas em Quebec, sobre organizações familiares e sobre a emergência do movimento “Critical Management Studies”. Seus interesses de pesquisa são direcionados para aspectos subjetivos, culturais e simbólicos das organizações.
Davel apresenta no texto Gestão com Pessoas e Subjetividade, os dilemas e tensões enfrentados pela gestão de pessoas no que diz respeito à importância de gerir equilibradamente a subjetividade e a objetividade das pessoas de uma organização.
O capítulo é estruturado em cinco partes: a introdução e mais quatro seções. Na introdução, os autores discutem sobre a relevância das qualidades humanas, como criatividade e inovação, além da capacidade de combinar emoção com razão, subjetividade com objetividade para o sucesso das organizações.
Na primeira seção, focaliza-se a questão da objetividade. Os autores mostram que a objetividade, normalmente atrelada ao “ter”, tem, historicamente, orientado a gestão de pessoas, não deixando muito espaço para que as questões subjetivas possam também contribuir e exercer seu papel. A gestão de pessoas tradicional conhecida como Administração de Recursos Humanos (ARH) da década de 70, fundamentada pela psicologia industrial e pelos modelos teóricos do behaviorismo e da psicologia organizacional, contribui para construção de uma visão racional, objetiva e normativa dos indivíduos nas organizações, privilegiando um tratamento às pessoas como recursos disponíveis para a produção de bens e serviços. Assim,

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