ECONOMIA

Páginas: 7 (1674 palavras) Publicado: 23 de outubro de 2013
Campanha do Ministério Público quer limitar propaganda de cerveja
Do UOL, em São Paulo
17/10/201318h19
O Ministério Público do Estado de São Paulo lançou uma campanha online com o objetivo de mudar a legislação que trata da publicidade da cerveja. O objetivo é juntar assinaturas para pedir, entre outras coisas, a limitação do horário da propaganda em rádio e televisão.
A Lei Federal9.294/96, que define as restrições para o tema, define como bebidas alcoólicas apenas aquelas com teor alcoólico superior a 13 graus Gay-Lussac, o que exclui cervejas e alguns vinhos.
A campanha "Cerveja também é álcool" pede que o artigo 1º da lei seja alterado e considere bebidas alcoólicas todas aquelas com graduação igual ou superior a 0,5 grau Gay-Lussac.
A lei determina que a propaganda debebidas alcoólicas só pode ser feita em emissoras de rádio e televisão entre 21h e 6h. Além disso, os rótulos das embalagens devem ter a advertência "Evite o consumo excessivo de álcool".
A campanha "Cerveja também é álcool" foi criada pela Promotoria de Justiça de São Bernardo do Campo e pela Promotoria de Justiça da Infância e Juventude da Capital e já contava com um abaixo-assinado em papel. Umaversão digital do abaixo-assinado está, agora, disponível.
Procurada, a Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap) não se manifestou sobre o assunto.
O Conselho Nacional de Auto-regulamentarão Publicitária (Conar) determina que a publicidade de bebidas alcoólicas deve ser "estruturada de maneira socialmente responsável" e não deve usar o apelo imperativo de consumo e a ofertaexagerada de unidades do produto.
A publicidade também não deve "induzir ao consumo exagerado ou irresponsável".
Fonte: http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2013/10/17/campanha-do-ministerio-publico-quer-limitar-propaganda-de-cerveja.htm




Consumo de cocaína no Brasil dobrou em seis anos, diz ONU
Daniela Fernandes
De Paris para a BBC Brasil
Atualizado em 26 de junho, 2013 - 21:06(Brasília) 00:06 GMT


Na contramão do Brasil, América do Norte e Europa viram redução no consumo de cocaína. Foto: AP
O consumo de cocaína dobrou no Brasil no prazo de seis anos, enquanto em outras partes do mundo o uso dessa substância está caindo, afirma o Relatório Mundial sobre Drogas 2013 do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC), divulgados nesta quarta-feira.Segundo a agência da ONU, o consumo de cocaína no Brasil aumentou "substancialmente" e atingiu 1,75% da população com idade entre 15 e 64 anos em 2011 - ante 0,7% da população em 2005.
Os dois principais mercados para a cocaína, a América do Norte e a Europa, registraram uma diminuição no consumo da droga entre 2010 e 2011, diz o relatório. A redução é de 0,1 ponto percentual nessas regiões.
NaAmérica do Sul o uso de cocaína, que atinge 1,3% da população, também diminuiu ou se manteve estável em muitos países, afirma a UNODC.
Mas no Brasil "houve um aumento substancial que é óbvio o suficiente para refletir-se na taxa de prevalência regional em 2011", afirma a ONU.
"Esse crescimento no Brasil pode ser atribuído em parte ao aumento da preferência pelo uso da cocaína especialmente por jovensde centros urbanos, como também à maior disponibilidade da droga ligada ao aumento do tráfico via os países do Cone Sul", disse à assessoria de imprensa da UNODC à BBC Brasil.

Perigo dos 'euforizantes'
O relatório sobre drogas também revela que o número de Novas Substâncias Psicoativas (NSP), vendidas legalmente como "euforizantes", aumentou em mais de 50% em apenas dois anos e meio e se tornouum "problema alarmante".

Número de drogas sintéticas "euforizantes" classificadas cresceu 50%. Foto: AP
O total dessas Novas Substâncias Psicoativas (ou Novos Produtos de Síntese) passou de 166 no final de 2009 para 251 em meados de 2012, ultrapassando pela primeira vez o número de substâncias sob controle internacional, que é de 234.
Essas novas "drogas de síntese" ou "euforizantes...
Ler documento completo

Por favor, assinar para o acesso.

Estes textos também podem ser interessantes

  • economia
  • Economia
  • Economia
  • Ecônomia
  • economia
  • Economia
  • Economia
  • Economia

Seja um membro do Trabalhos Feitos

CADASTRE-SE AGORA!