economia portuguesa

Páginas: 12 (2871 palavras) Publicado: 22 de abril de 2014


A Economia Portuguesa no Contexto Europeu




Índice


Introdução__________________________________________________3
O processo de integração na Europa__________________________4/5/6
Economia de Portugal_______________________________________7/8
Noção de integração económica______________________________9
Os Desafios da União Europeia_______________________________10
Portugal noContexto da União Europeia_____________________11/12
PIB dos países da União Europeia em 2010___________________13
Relações económicas com o exterior__________________________14
Bibliografia_________________________________________________15
Conclusão__________________________________________________16














Introdução

Este trabalho proposto pelo professor ManuelLima Rego na disciplina de Economia no módulo 8, tem como objetivo por em prática os conhecimentos adquiridos nos Módulos ao longo da disciplina.



















O processo de integração na Europa

Enquanto objectivo de longo prazo, as Comunidades Europeias visavam a criação de um grande espaço de integração política. No entanto, só a partir de 1958 podemos falar de umaefectiva “construção comunitária”. Em fases, eis o esquema básico de evolução o qual temos vindo a observar:
1ª Etapa (1958-1968): como o tratado (de Roma) não impedia futuros desenvolvimentos caso a União Aduaneira fosse completamente implementada antes do prazo previsto, como assim viemos a verificar, pois esta ficou totalmente concluída em Julho de 1968, e não no dia 1 de Janeiro de 1970, estavaentão o caminho aberto para futuras negociações. Com efeito, os sucessivos avanços negociais, em algumas matérias impulsionado pela diplomacia norte-americana, levaram a um crescente esforço de criação de um bloco regional de integração inédito e de âmbito alargado. Assim, esta primeira etapa é caracterizada pela negociação do Tratado de Roma e sua completa implementação.

2ª Etapa (1968-1986):através de sucessivos avanços políticos em termos comunitários, i.e. atribuição de fundos; de negociação de políticas comunitárias abrangentes; etc., e não obstante as frustrações no campo da defesa e da construção de um espaço político demarcado e independente, este foi um período de estável crescimento. Logo em 1970, o Relatório Werner vem advogar a implementação de uma moeda comunitária única, omais tardar até 1980.
Com a suspensão da convertibilidade do dólar por Richard Nixon, em 1971, o projecto comunitário da moeda única sofre um sério revés. Mais tarde, em 1973 e 1978, dão-se os conhecidos choques petrolíferos pela restrição do número de barris de petróleo/dia que a OPEP aplicou, resultando assim numa crise financeira alargada a todo o mundo e a toda a década de 1970. Comoconsequência, o Relatório Werner foi arquivado. Expressões como Euroesclerose, e Europessimismo começaram então a entrar no léxico de muitos políticos, quer de governo quer da oposição, o que ameaçava uma interrupção suspensiva do projecto europeu, até então com um êxito incontestável.
Quando Valery Giscard d’Estaign, em França, e Helmut Scmit, na Alemanha (RFA), são ambos em 1974, parece existir umredobrado ímpeto para prosseguir com o projecto, não obstante a crise acentuada. Com efeito, o papel destes dois políticos apenas constatou onde residia a real fonte de poder e de sustentabilidade de todo o projecto, pois considerando as características dos seus países, a história partilhada e poderes conjuntos, conseguem facilmente levar sérios entraves a qualquer projecto comunitário europeu.

3ªEtapa (1987-1992): o Acto Único Europeu consiste num documento que procura resolver o grosso dos problemas económicos, fomentando novos processos de tomada de decisão, etc. Este estabelece ainda o objectivo de se estabelecer um Mercado Comum até 1 de Janeiro de 1993, a célebre “Meta de 1993”, com todo um novo rol de países, que à data contava apenas com uma dúzia. Dito isto, em 1987, o Acto...
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