Eco Urbanismo

Páginas: 8 (1869 palavras) Publicado: 27 de maio de 2014
Eco-urbanismo

Grupo: 3 Participação (Andriny Trojanh e Renan Rosso)
Tradução da Introdução
2. Um pouco de História
Os primeiros indícios documentados de preocupação com a relação entre os ambientes natural e artificial no âmbito da civilização ocidental aparecem com Vitruvio e, suas recomendações sobre temas tais como o local, a orientação e, a iluminação natural (1. Cidade Romana deTimgad, 100 d.C.). Vitruvio fez uma abordagem centrada no homem, na medida em que via a natureza como um recurso para satisfazer as necessidades humanas. Este ponto de vista se manteve sem grandes alterações durante dois milênios.
No século XIX, as condições de extrema insalubridade das cidades industriais provocam uma tendência de verde para a saúde, como a que se refletiu nas cidades jardim deEbenezer Howard (2) e, no plano de reforma e expansão para a cidade de Barcelona, do engenheiro Idefons Cerdà (3). Contudo, esse pensamento de índole higienista trazia consigo as sementes de um novo conceito, o da preservação da natureza, tal e como evidenciaram o movimento da city beautiful (4), ou as new towns for America, de Clarence Stein (5). Contudo a aproximação seguia sendoessencialmente a mesma: seguia-se considerando a natureza como bem suscetível a apropriação por parte do homem, embora agora passa a ser protegida e utilizada por seus efeitos benéficos para a saúde física e mental do ser humano. Algum progresso se havia produzido, ainda que mínimo e lento do ponto de vista da natureza.
A pesar da radical defesa do papel social da arquitetura e o urbanismo, o movimentomoderno seguia considerando a natureza como um mero telão de fundo da urbanização (Le Corbusier), e, as zonas verdes com a função de proporcionar à cidade o bem estar de seus habitantes. (7.Chandigarh). Entre estas preocupações, a exposição ao sol e a ventilação natural ocupam um papel essencial como fatores catalisadores de uma vida humana saudável (8. Gropius), mas no que se relacionava sobre oesgotamento dos recursos. De acordo com o espiritu otimista da época, o efeito potencialmente devastador da tecnologia sobre a natureza (e sobre os seres humanos) não constitui uma preocupação.
Houve que esperar até depois da segunda guerra mundial para que surgisse um tema novo que, lentamente foi encorajado uma nova maneira de pensar em arquitetura e urbanismo. Durante a década de 1950 eprincípios de 60, no alvorecer do aproveitamento da energia nuclear para usos civis, iniciou-se a investigação sobre fontes de energia que pudessem substituir algum dia os combustíveis fósseis. Pela primeira vez a tecnologia e a ciência moderna foram aplicadas a exploração das energias solar, eólica, térmica, das marés e outros tipos renováveis de energia. Foram tempos de otimismo tecnológico, deimportantes e significativas inovações em todos os campos, desde a medicina até a exploração espacial. Eram tempos em que se acreditava firmemente que não havia problema que não pudesse ser resolvido com a ciência moderna (9. Cúpula para a cidade de Nova York de R.B. Fuller). A natureza estava ali para ser explorada, compreendida e catalogada, de maneira que pudesse ser utilizada mais eficientemente nobenefício da humanidade. A abordagem não mudou substancialmente.
Entretanto, durante os últimos anos sessenta e princípios dos setenta, se produziu um perda de confiança na ciência e no progresso tecnológico. Começava a emergir uma forte corrente de retorno a natureza, especialmente com o movimento hippie e os sucessos de 1968. Frequentemente se buscava inspiração com as culturas orientais,onde a harmonia com a natureza se considera essencial para o bem estar humano e o equilíbrio cósmico. A crise do petróleo dos anos setenta originou uma segunda onda de investigação sobre as fontes energéticas fósseis. Embora as razoes fossem essencialmente de índole política e geoestratégica (se tratava de reduzir a dependência do mundo ocidental respeitando as fontes de energéticas situadas em...
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