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Caça Ilegal dos Golfinhos

Desde a década de 90, a comercialização e o consumo dos golfinhos é proibída no Peru, mas mesmo assim continua a ter um dos maiores índices do mundo de morte entre esse animais. Em fevereiro de 2012, uma cena chocou os peruanos. Mais de 870 golfinhos foram encontrados mortos numa praia do norte do país. As causas, segundo um estudo de um instituto ligado ao governo, foram naturais. Mas ambientalistas atribuíram o desastre ao impacto acústico causado pela exploração de petróleo, que teria desnorteado os animais e os levado a encalhar na areia. O episódio chamou a atenção para as dificuldades enfrentadas pelo Peru para proteger os golfinhos, que sofrem sobretudo com a caça ilegal. Estima-se em pelo menos 2 mil a quantidade de cetáceos mortos por ano para consumo no país. Nos mercados populares, a carne chega a ser vendida com a alcunha de "porco do mar". Embora ainda alto, os números são mais baixos que nas décadas passadas. Uma das razões que levou à exploração dos golfinhos foi uma queda dos recursos pesqueiros a partir dos anos 1970. A cifra, alarmante, colocou em risco a sobrevivência dos golfinhos na costa peruana. Em 1996, foi aprovada uma lei que proibiu finalmente a caça, comercialização e o consumo desse cetáceo, agora considerados um crime ecológico punido com até três anos de prisão. Apesar disso, a captura de animais continuou, ainda que em menor escala.
Organizações como a Mundo Azul estão promovendo alternativas para frear a caça. Uma das mais efetivas é o turismo de observação de golfinhos, que cria uma consciência entre os visitantes e, ao mesmo tempo, permite o desenvolvimento sustentável das comunidades costeiras, em detrimento da caça. A associação Human Society International (HSI) e a Mundo Azul, em cooperação com o governo peruano, promoveram esta atividade turística entre os pescadores, para os quais se abre um mercado atrativo. O Peru é um país privilegiado

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