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desenvolvimento e crescimento do país ao servirem de “colchão” amortecedor do desemprego. A partir daí, surge a preocupação com a qualidade da administração aplicada a essas empresas por seus proprietários, conforme Kassai (1997), normalmente empreendedores sem conhecimento técnico de gestão para tal cargo. Nesse contexto, surge a questão de como facilitar a utilização da contabilidade gerencial de custos pelos administradores de micro e pequenas empresas sem conhecimento contábil, contribuindo para a gestão dos recursos das mesmas de forma a otimizar o seu uso.
O desafio apresentado por este trabalho é o de moldar um sistema de custos “ideal” em uma empresa de pequeno porte que produz sorvetes, a qual funciona com dois proprietários e mais seis funcionários e localiza-se em uma cidade do interior de São Paulo chamada Mogi-
Mirim.
Sendo assim, a escolha desse tema justifica-se pela intenção de apoio a essas pequenas organizações, no sentido de suprir suas necessidades administrativas, e estimular nossos economistas e governantes a atentarem para o mesmo, criando maiores incentivos e apoiando a geração de empregos por parte das micro e pequenas empresas do país.
A abrangência do uso da contabilidade de custos por empreendedores que não possuam conhecimento aprofundado sobre tal assunto pode ser facilitada por meio de uma linguagem mais acessível sobre gestão de custos, aproximando a teoria da prática, e tornando visíveis os resultados que esse controle poderá oferecer ao empresário, principalmente em relação à rápida reação às oscilações do mercado.
2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
A Contabilidade de Custos possui duas importantes funções como ferramenta da
Contabilidade Gerencial: auxílio à tomada de decisão, ao fornecer informações que mostram conseqüências de curto e longo prazo sobre medidas de corte de produtos, redução de custos, formulação de preço de venda, terceirização de serviços etc; e melhoria do controle da empresa, colaborando com a

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