Dom Casmurro

Páginas: 8 (1998 palavras) Publicado: 31 de agosto de 2015
Dom Casmurro
Autor
Joaquim Maria Machado de Assis foi um cronista, contista, dramaturgo, jornalista, poeta, novelista, romancista, crítico e ensaísta nascido na cidade do Rio de Janeiro em 21 de julho de 1839. Filho de um operário mestiço de negro e português, Francisco José de Assis, e de D. Maria Leopoldina Machado de Assis, aquele que viria a tornar-se o maior escritor do país e um mestre dalíngua, perde a mãe muito cedo e é criado pela madrasta, Maria Inês, também mulata, que se dedica ao menino e o matricula na escola pública, única que frequentará o autodidata Machado de Assis.
De saúde frágil, epilético, gago, sabe-se pouco de sua infância e início da juventude. Criado no morro do Livramento, consta que ajudava a missa na igreja da Lampadosa. Com a morte do pai, em 1851, MariaInês, à época morando em São Cristóvão, emprega-se como doceira num colégio do bairro, e Machadinho, como era chamado, torna-se vendedor de doces. No colégio tem contato com professores e alunos e é até provável que assistisse às aulas nas ocasiões em que não estava trabalhando.
Aos 16 anos publica seu primeiro poema. Aos 17, consegue um emprego como aprendiz de tipógrafo na Imprensa Nacional. Em1858, torna-se revisor e colaborar da revista que publicou seu primeiro poema, a Marmota Fluminense. Em 1860, passa a fazer parte da redação do jornal Diário do Rio de Janeiro. Seu primeiro livro impresso, Queda que as mulheres têm para tolos, em 1862, onde aparece com tradutor. Não teve filhos. Seu primeiro romance, publicado em 1872, chama-se Ressurreição. Foi cronista na Gazeta de Notícias, de1881 a 1897.
Morreu no Rio de Janeiro em 29 de setembro de 1908, ocupando o cargo de presidente da Academia Brasileira de Letras.
Bibliografia
Comédia
Desencantos, 1861.
Tu, só tu, puro amor, 1881.
Poesia
Crisálidas, 1864.
Falenas, 1870.
Americanas, 1875.
Poesias completas, 1901.
Romance
Ressurreição, 1872.
A mão e a luva, 1874.
Helena, 1876.
Iaiá Garcia, 1878.
Memórias Póstumas de Brás Cubas,1881.
Quincas Borba, 1891.
Dom Casmurro, 1899.
Esaú Jacó, 1904.
Memorial de Aires, 1908.
Conto:
Contos Fluminenses,1870.
Histórias da meia-noite, 1873.
Papéis avulsos, 1882.
Histórias sem data, 1884.
Várias histórias, 1896.
Páginas recolhidas, 1899.
Relíquias de casa velha, 1906.
Teatro
Queda que as mulheres têm para os tolos, 1861
Desencantos, 1861
Hoje avental, amanhã luva, 1861.
O caminho daporta, 1862.
O protocolo, 1862.
Quase ministro, 1863.
Os deuses de casaca, 1865.
Tu, só tu, puro amor, 1881.
Algumas obras póstumas
Crítica, 1910.
Teatro coligido, 1910.
Outras relíquias, 1921.
Correspondência, 1932.
A semana, 1914/1937.
Páginas escolhidas, 1921.
Novas relíquias, 1932.
Crônicas, 1937.
Contos Fluminenses - 2º. volume, 1937.
Crítica literária, 1937.
Crítica teatral, 1937.
Históriasromânticas, 1937.
Páginas esquecidas, 1939.
Casa velha, 1944.
Diálogos e reflexões de um relojoeiro, 1956.
Crônicas de Lélio, 1958.
Conto de escola, 2002.
Antologias
Obras completas (31 volumes), 1936.
Contos e crônicas, 1958.
Contos esparsos, 1966.
Contos: Uma Antologia (02 volumes), 1998
Análise temporal
O tempo, na obra literária ficcional, exerce uma importância funcional, pois está presente desde aelaboração do discurso até o modo como é nela representada a realidade, garantindo a formação da narrativa. A ação do tempo na obra pode definir seu caráter sincrônico ou diacrônico, bem como interferir na elaboração da linguagem, dos espaços, na atuação das personagens e do narrador, além de ser fundamental à construção do enredo.
A memória está irrevogavelmente vinculada à experiência vivida, aqual se separa do inconsciente, formado por uma linguagem própria, não-verbal. Os dados trazidos à tona pela memória pressupõem o armazenamento de experiências conscientes e o registro através da oralidade ou da escrita, ou seja, da linguagem verbal.
Em Dom Casmurro, quando o narrador recorda seus momentos amorosos com Capitu, reflete sobre essa relação entre memória e pathos: “Talvez abuso...
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