Direito

1578 palavras 7 páginas
Em defesa de Rafinha Bastos
Como esse moralismo, nas pessoas identificadas com ideologias de esquerda, sente-se constrangido de atacar o governo (deixo a ultra-esquerda de fora porque é insignificante numericamente) que, teoricamente, representa o seu campo, ele extravasa o seu rancor contra outras instâncias de poder. Há inimigos de alto calibre, como a grande imprensa, o vulgo PIG (Partido da Imprensa Golpista). Aí sim temos um gigante perigoso, um verdadeiro quarto poder na República, um poder selvagem, que precisaria sofrer algum tipo de regulação democrática, para amainar a instabilidade política e as injustiças culturais que ele gera. A própria internet, e especialmente a Globosfera, no entanto, já correspondem um pouco esse monitoramento. Aliás, por isso eu acho que a blogosfera deveria, antes de tudo, investir em si mesma, em sua profissionalização e independência, para não ficar dependendo apenas que uma nova legislação, proposta pelo governo federal, vá resolver o problema. A própria ação dos blogs, se aprimorada, pode muito bem fazer parte do papel que caberia a "Ley dos Médios". Até porque uma Lei dos Médios nunca vai resolver todos os problemas decorrentes da concentração dos meios de comunicação. A big pres manterá seu poderio. Talvez tenha que ser mais dissimulada. Será a mesma, contudo. A lei terá que ser feita, até porque a realidade do universo midiático vai sofrer uma revolução. A convergência digital está vindo, e daí só Deus sabe o que irá acontecer. Mas uma coisa a internet mudou de vez. A comunicação social é uma realidade hoje muito mais próxima do cidadão.
Entretanto, esse ódio "santo", e o digo sem ironia, porque ele é o ingrediente necessário para qualquer revolução ou mesmo qualquer mudança, às vezes escolhe um alvo fraco, ou seja, um indivíduo, um cidadão brasileiro. Aí eu acho errado.
Eu acho errado e perigoso essas correntes de ódio, como esse linchamento coletivo de Rafinha Bastos. Querem odiar a grande mídia? Tudo bem, é um

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