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Páginas: 5 (1229 palavras) Publicado: 30 de setembro de 2014
Relatório 2 – Colisões elásticas e inelásticas 
 
Data: 05/09/2014 
 
 
Objetivos 
  
Analisar diante experimentos, se há conservação de momento linear e de energia 
cinética durantes colisões inelástica e elástica unidimensionais. 
 
Dados experimentais  
 
Medir com o paquímetro o comprimento das barreiras de choque dos dois carrinhos. Tabela 1 – Comprimentos das barreiras de choque 
Barreira de Choque 

Comprimento (cm) 

Carrinho 1 

1,05 

Carrinho 2 

1,04 

Erro Instrumental: 0,05 
 
1. Fixar nos carrinhos as barreiras de choque. As barreiras de choque 
interrompem o sensor quando o carrinho passa. 
2.  Fixar nos carrinhos os acessórios para choque inelástico, onde um carrinho 
fica com uma agulha na ponta e o outro com massa aderente para que após o choque ambos continuem juntos. 
 
3. Medir as massas dos carrinhos com acessórios para choque inelástico. 
 
 

Tabela 2 – Massas dos carrinhos com acessórios para choque inelástico. 
Massa do Carrinho 1 (g) 
220,49 

Massa do Carrinho 2 (g) 
220,72 

 
4. Ligar a unidade de fluxo de ar e fixar os sensores de modo que fiquem distantes 
pelo menos 0,400m um do outro. 
5.Ajustar os carrinhos e dar impulso ao carrinho 1 (com agulha) para que se 
choque no carrinho 2 (com massa aderente) e marcar o tempo em que o 
carrinho 1 passa pelos sensor, tp1(sensor 1, antes da colisão) e marcar o 
tempo quando os carrinhos passam juntos, tp2(sensor 2, após a colisão) 
 
Tabela 3 ­ Tempo de interrupção dos sensores S1 e S2 pelo carrinho 1 antes da colisão (tp1) e pelo carrinho 2 depois da colisão (tp2) para a colisão inelástica. 
 
Nº da Colisão 


tp1 (s) 
0,205 

tp2 (s) 
0,462 








0,179 
0,518 
0,240 
0,255 
0,222 
0,164 

0,264 
0,750 
0,302 
0,384 
0,384 
0,336 

 
1. Retire os acessórios para choque inelástico e fixar os acessórios para 
choque elástico. 
2. Medir novamente as massas dos carrinhos. 
 
3.Tabela 4 – Massas dos carrinhos com acessórios para choque elástico. 
Massa do carrinho 1 (g) 
231,18 
Erro Instrumental: 0,001 

Massa do carrinho 2 (g) 
213,87 

 
 


 

Repetir os procedimentos feitos antes para choque inelástico, agora com 
choque elástico, onde o sensor marcará tp1 quando o carrinho 1 passar 
pelo sensor e o sensor 2 marcará tp2 quando o carrinho 2 sofrer o choque do carrinho 1 e passar pelo sensor. 

 
 
Tabela 5 ­ Tempo de interrupção dos sensores S1 e S2 pelo carrinho 1 antes da 
colisão  
(tp1) e pelo carrinho 2 depois da colisão (tp2) para a colisão elástica. 
Nº da Colisão 








tp1 (s) 
0,096 
0,117 
0,116 
0,086 
0,100 
0,082 
0,128 

tp2 (s) 
0,090 
0,115 
0,115 
0,084 
0,099 
0,081 
0,117 

 
 
Análise dos dados  
 Em uma colisão inelástica, parte da energia cinética dos corpos colidindo é convertida 
em outras formas de energia tais como calor ou energia sonora. Exemplos 
incluem acidentes rodoviários, em quais o efeito da perda de energia cinética pode ser 
visto no dano aos veículos; elétrons perdendo parte da sua energia para átomos; e aceleradores de partículas nos quais a energia cinética é convertida em massa na 
forma de novas partículas. Em uma colisão perfeitamente inelástica, ambos os corpos 
possuem o mesmo movimento depois. Se um corpo estiver parado no começo, a 
equação para a conservação do momento é: 
 
então: 

 
 
Tabela 6 – Velocidade dos carrinhos durante colisão inelástica, calculada por: 
Vi = L / tpi 
Onde Vi = Velocidade instantanea 
   L = Comprimento do carrinho    tpi = tempo quando carrinho passa pelo sensor  
( i = 1 antes da colisão)
( i = 2 depois da colisão) 

   

ΔVI (Equação usada): 
Vi * (Ei1/C1 + Ei2/tp1) 
Onde: Ei1 = erro instrumental da medida do comprimento do carrinho 
     C1 = comprimento do carrinho 1 
    Ei2 = erro instrumental da medida do tempo 
 
Nº da Colisao 

V1A (cm/s) ...
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