Diabetes melitos

1237 palavras 5 páginas
1 INTRODUÇÃO

O diabetes melitos inclui um grupo de doenças metabólicas caracterizadas por hiperglicemia, resultante de defeitos na secreção de insulina e/ou em sua ação. A hiperglicemia se manifesta por sintomas como poliúria, polidipsia, perda de peso, polifagia e visão turva ou por complicações agudas que podem levar a risco de vida: a cetoacidose diabética e a síndrome hiperosmolar hiperglicêmica não cetótica. A diferenciação entre os dois tipos mais comuns de diabetes é em geral relativamente simples e baseia-se fundamentalmente em dados clínicos.
Existem duas formas dessa doença: o diabetes melito tipo 1 e o tipo 2. Enquanto pacientes tipo 1 são incapazes de produzir a insulina e necessitam de insulina exógena para sobreviverem, os pacientes tipo 2 secretam insulina, mas são insulino-resistentes. (BAYNES, 2007). O objetivo do estudo foi compreender os fatores de risco que levam à diabetes melitos e analisar os conhecimentos adquiridos com base nos casos observados durante as aulas práticas da disciplina Medicina da Família e Comunidade na Unidade Básica de Saúde (UBS) Água Mineral.

2 ESTUDO TEÓRICO DA DOENÇA

O diabetes melito é uma doença caracterizada por uma glicemia cronicamente elevada, muitas vezes acompanhada por outras anormalidades clínicas e bioquímicas. A hiperglicemia do diabetes resultado de uma ação inadequada da insulina, causada por secreção baixa ou ausente de insulina, presença de antagonista da ação periférica da insulina ou uma combinação destes fatores.
Diabetes é definido bioquimicamente pelos seguintes critérios: concentração de glicose plasmática venosa em jejum acima de 7,8 mmol/litro (140mg/dl) em mais de uma ocasião; ou uma concentração de glicose plasmática venosa de duas horas (mais outra) acima de 11,1 mmol/litro (200mg/dl) em um teste de tolerância a glicose (TTG) via oral.
Os efeitos da doença podem ser agudos ou crônicos, envolvendo muitos órgãos, incluindo o olho, o rim, nervos periféricos e grandes artérias. O

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