Cronica de uma morte anunciada
A “Crónica de uma morte anunciada” de Gabriel García Márquez gira em prol da mortedeSantiago Nasar pelos irmãos Vicário, Pedro e Pablo. Esta acontecera dado que foi acusado por Ângela Vicario de a ter desonrado. No livro a maior parte dos habitantesjátinham conhecimento da morte premeditada de Nasar (“Muitas das pessoas que estavam no porto sabiam que Santiago Nasar ia ser morto”),contudo não fizeram por lhecontaralegando que parecia impossível que este não estivesse avisado. Santiago Nasar, como se pode constatar é a personagem fulcral do livro, culto, adepto da caçadealtanaria (à que o autor faz referência no epigrafe do livro),apreciador de cavalos e de armas (tal como o seu pai).
O titulo do livro advém do episodio da vindadobispo dado que a sua morte estava anunciada, todavia, Santiago Nasar não tinha conhecimento desta.
Na véspera da visita do bispo, a cidade estava perante umcasamentofeito de ostentação dando ao leitor a sensação de estar a vislumbrar o momento. De acordo com o livro “(…)e disse-o a Bayardo San Román, que o casamento já iaporessa altura nuns nove mil pesos”. Os noivos eram Bayardo San Román e Ângela Vicário. Bayardo, homem que aparecera sem ninguém saber de onde em concreto. Destesabia-seapenas os bons modos e a riqueza que possuía. Bayardo é considerado o anti-herói da história, já que desde o início desperta a desconfiança de todos.
Estetinhacertezas de que queria que Ângela se tornasse sua esposa, chegando a solicitar à empregada de hotel “quando eu acordar -disse-, lembre-me que vou casar com ela.”
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