Critica da razão pura

1189 palavras 5 páginas
A obra de Emmanuel Kant que carrega consigo a racionalização do conhecimento é intitulada A CRÍTICA DA RAZÃO PURA, obra esta que tenta resolver questões impostas por David Hume (empirista) e G.W Leibniz (racionalista). Emmanuel Kant buscou determinar o que estava errado na teoria de Hume e ao fazer isso descobriu o erro de Leibniz também, Hume dizia que não se pode ter um conhecimento puro, ou seja, conhecimento racional do objeto em estudo sem alguma experiência contida na visão do sujeito que o observa, pois se você tivesse qualquer pensamento, viria com ele alguma experiência. Já Leibniz defendia a tese de que podemos ter conhecimento puro, um conhecimento sem experiências do observador, Kant chamou essa forma de conhecimento sem experiência de “a priori” (conhecimento não baseado na experiência. Mais sim na racionalização do conhecimento), Kant fazia considerações em defesa da razão que ameaçavam as alegações de fé, Kant crendo que as duas filosofias a empirista e a racionalista estavam erradas em suas conclusões, ele procurou apresentar um método filosófico que incorporasse as verdades e evitasse os seus erros, buscando a unificação das verdades das duas filosofias e excluindo os seus erros. Kant diz que ambas as teorias estavam certas e ao mesmo tempo erradas, experiência fornece conteúdo sem forma, razão fornece a forma sem conteúdo. Podemos imaginar um lugar com muito espaço, porém não podemos imaginar um lugar sem espaço. Espaço e tempo são construções intelectuais, por meio das quais tomamos nossa experiência inteligível. Kant descreve dois tipos de verdades, a primeira é a verdade a priori, que é uma verdade imutável mesmo adquirindo um conhecimento a mais, esta verdade a priori não muda, são como Dogmas, por exemplo, a existências de Deus, não podemos comprovar se ele existe ou não, podemos apenas buscar informações para reforçar a sua existência ou não.verdades a priori por mais experiência que adquirimos, por mais que a experiência

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